Paudalho – 91 km

Passeio Recife – Paudalho – Recife, 91 km, só asfalto, 14 de abril de 2018.

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Dia bonito, sol e nuvens, nada de chuva. Na Praça Fleming, cinco ciclistas dispostos, Paulo, Carol, Berna, Adriano e Guilherme. Partiram às sete, seguiram por Dois Irmãos e Sítio dos Pintos, Vila da Fábrica, Camaragibe, São Lourenço da Mata. A primeira parada foi em um posto de gasolina modesto, sem loja, em São Lourenço, com vinte km de pedal. Passaram pela cidade e entraram, enfim, na zona rural, a estrada razoável, com trânsito de veículos, mas relativamente segura. Nesse trecho, a bicicleta de Adriano, uma bicicleta de estrada, teve um raio quebrado. Bicicletas de estrada não gostam do asfalto de Pernambuco, irregular, esburacado. Adriano disse que iria chamar um táxi e eles seguiram. Com cerca de trinta km, parada em um posto de gasolina da BR-408, loja de conveniência e lanche leve.

Logo chegaram a Paudalho, aos quarenta e poucos km, e entraram na cidade. Parada para ver e fotografar a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, e a pracinha com coreto. Cruzaram o Rio Capibaribe e foram conhecer a antiga Estação Ferroviária, uma edificação que está restaurada, mas aparentemente sem uso. Não há trens de passageiros no Brasil, os trens foram desativados, uma prova cabal da burrice e do subdesenvolvimento dos país e de seus governantes. Muitas fotos na Estação e no entorno, ruínas dos galpões da estação, e a Igreja de Santa Teresa de Ávila, de 1711. Aquele é um conjunto arquitetônico e urbanístico excepcional, mas não parece haver interesse governamental em valorizá-lo. Passaram por uma ponte que parecia fazer parte dos equipamentos ferroviários, pois a estrutura de proteção é toda em ferro, mas não havia certez a disso. A ponte é bloqueada para carros e serve apenas aos pedestres e motocicletas. Uma bela e antiga ponte sobre o Rio Capibaribe, mas sem conservação nenhuma. O rio é ali um fiozinho de água, em um leito amplo recoberto de vegetação. Passaram a ponte e desceram do outro lado para ver o túnel antigo, em tijolos, que cruza a ponte por baixo. Seguiram pela margem do rio, que é agradável, com calçadão e bancos, mas que deveria ter melhor manutenção. Passaram também pela Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, bonita, estava aberta, entretanto com muito tráfego e aglomeração de automóveis em volta.

Iniciaram, então o retorno para Recife, seguindo pela BR-408 até o posto de gasolina da Arena. Carol decidiu pedir um táxi ali, estava cansada. Continuaram os três restantes, passaram a estação do metr&o circ; Cosme e Damião, subiram a UR-7, seguiram por Dois Irmãos, Casa Forte e Santana, e encerraram o passeio no Bar do Moraes, com algumas cervejas e almoço. Foram bons 91 km pedalados sem problemas.

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Lido del Sole – Peschici – 23 km

Lido del Sole – Peschici e dia de descanso.

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O erro de ter seguido pela areia fofa não nos permitiu chegar a Rodi Garganico e dormimos em Lido del Sole. Partimos dessa vilazinha com chuvisco mas logo fez sol forte. Era sábado e o tráfego na estrada estava intenso. Em pouco tempo, chegamos à Rodi Garganico, que fica em uma colina. Muitos automóveis e rua estreita, entramos na cidadezinha mas não conseguimos visitar muitas ruas pois a cidade tem muitas escadarias. As bicicletas carregadas com os alforjes não permitiam, pensamos deixá-las no escritório de turismo mas estava fechado. Seguimos. A estrada é estreita e havia tráfego, e foi mais difícil na parte em que começamos a subir. Em especial, Eliane ficava muito preocupada com os veículos. No topo das elevações, avistamos Peschici que é muito bonita e situada em um promontório. Fizemos uma parada, deixamos as bicicletas encostadas na barreira de pedras do nosso lado da rodovia, atravessamos para a margem do precipício e admiramos a paisagem. Iniciamos a descida e com cuidado chegamos à beira-mar da cidade. Havíamos pedalado 23 km e achei melhor não forçar e parar. Faltavam ainda 28 km para Vieste, que era nosso objetivo, mas o tráfego intenso nos assustava. Achei melhor ficar por ali. São decisões difíceis que, como se sabe, devem ser tomadas em qualquer viagem de bicicleta. Eu decidi parar em Peschici e fazer mais um dia de descanso, o dia seguinte, visto que o domingo também seria normalmente de tráfego intenso. Entretanto, sabia que essa parada estratégica faria com que, na segunda-feira, a gente pedalasse com chuva, visto que era essa a previsão. De todo modo, encontramos um bom quarto com vista para a baía no Hotel Elisa. Um bom hotel, bem localizado, bom café da manhã, ainda havia cadeiras e guarda-s ol na praia para nós, incluído no valor da diária. Então, neste dia da chegada, fomos à praia durante a tarde e, à noite, subimos as ladeiras para o centro histórico, a cidade é bela, muitas lojinhas de lembranças, artesanato, comidas e vinhos, e muitos restaurantes. No dia seguinte, domingo, fizemos nosso dia de descanso ali mesmo, fomos à praia e passeamos pelo centro histórico.

Barbalha, Juazeiro, Crato, Chapada do Araripe e Padim Ciço

Viajamos de carro para Barbalha, Ceará, e lá fizemos trrês passeios de bicicleta. Um deles foi por trilhas em cima da Chapada do Araripe. Outro, urbano, foi para subir a colina onde se situa a famosa estátua do Padre Cícero.

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O mapa acima mostra a rota de 53 km que fizemos por cima da Chapada, a maior parte por single track.

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O mapa acima mostra a rota urbana até a subida da colina da estátua do Padre Cicero.

Abaixo, algumas das fotos de que mais gostei:

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Jaboatão: Muribeca, Vila Rica, Santo Aleixo, 68 km

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Passeio misto de sábado, 17 de março de 2018. Asfalto até a entrada das estradas de terra na zona rural de Jaboatão e asfalto na volta.

Participantes: Paulo, Renilson, Edson, Ricardo, Nildo, Ruy, Pedro, Rodolfo.

Saímos da Praça Fleming às 7 horas, seguimos na direção do bairro de San Martín, esperamos Ruy na frente do Hospital Getúlio Vargas por alguns minutos. Seguimos por San Martín, Avenida Recife, Ibura, Jordão, Estrada da Batalha, que estava com mais trânsito do que o habitual, Prazeres e entramos na rodovia BR-101. Parada de reabastecimento e lanches no Posto Dislub.

Partimos do posto pela rodovia e logo adiante entramos nas estradas de terra da zona rural do município de Jaboatão. Aí começa a parte mais divertida da aventura, pois vamos cruzar por terra a distância entre as rodovias BR-101 e BR-232. As estradas estavam com algumas poças grandes de água e lama, um pouco de barro molhado, mas não intransitáveis. No geral, paisagens bonitas com muitos engenhos de cana de açúcar, capelas, restos de matas e canaviais.

O primeiro trecho de terra foi até a entrada da vila de Muribeca, onde paramos para admirar as ruínas da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Seguimos por dentro do pequeno bairro da Muribeca e logo pegamos uma estradinha de terra que se torna um single track, acompanhando o trajeto de um riacho que é afluente do Rio Jaboatão. Muito legal esse single, com alguma dificuldade, pedras, raízes, um pouco de subidas, vale a pena fazer e conhecer.

Desembocamos do single em estrada de terra dos canaviais, todo o caminho nessa região tem inúmeras bifurcações e encruzilhadas. Passamos pelo Engenho Penanduba, e mais adiante o Engenho Palmeiras, que tem inclusive as ruínas de um aqueduto. Cruzamos a estrada do Engenho Macujé e continuamos até alcançar o Rio Jaboatão, que acompanhamos por um trecho.

Passamos pelas terras do Engenho Macujé e pelo fogo morto da Usina Bulhões, desembocando enfim no asfalto da PE-07. O posto de gasolina ali é uma bosta, nem tem loja de conveniência. Fomos até um pequeno restaurante próximo do posto e nos abastecemos de água e refrigerantes.

Seguimos por trás do posto e cruzamos o Rio Jaboatão pela passarela de pedestres, evitando assim o complicado centro de Jaboatão Velho. Desembocamos em Santo Aleixo e logo na BR-232. Daí em diante, o retorno normal e sem incidentes.

Paramos no Mercado do Cordeiro para comer e beber, comemorar mais um belo passeio de 68 km, comemos fava com charque, bode e fígado.

Passeio de sábado, Jardim Brasil, Cidade Tabajara, Jardim Paulista, Aldeia, 56 km

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Passeio de sábado, 3 de março de 2018. Saída da Praça Fleming, às 7 horas, com Ruy, Ricardo, Pedro, Águia, Baga, Edson, Lu e Guilherme. Seguimos por dentro de Jardim Brasil, Ouro Preto, Cidade Tabajara, Jardim Paulista. Parada de reabastecimento na Pan Gomes. Cruzamos a BR-101, entramos nas estradas de terra de Aldeia, seguimos pela Estrada do Chalé, subida da água mineral, descemos para o Barro Branco, seguimos e fizemos a parada no Bar do Paraíso. Retorno pela descida do riacho, subimos para o Oitenta e descemos Pau Ferro. Depois Estrada dos Macacos, Integração da Macaxeira, Avenida Norte e final feliz no Anexo do Bar do Tonhão.

Trilha, Tabatinga, Aldeia, Orfanato, Oitenta (54 km)

LIX-TIMBI

Feriado. Cinquenta e quatro quilômetros trilha boa. Encontraram-se na frente do parque, Ruy já estava, chegou Carol, chegou Berna, partiram às sete. Casa Forte, Apipucos, Dois Irmãos, Sítio dos Pintos. Entraram pela Vila da Fábrica e subiram para Tabatinga. As três subidas fortes de asfalto. Por dentro de Tabatinga e Timbi, pegaram a estrada de terra que vai para o hotel abandonado, subidas e descidas e muito verde. Aldeia e o estradão de paralelepípedos, cruzaram a Estrada de Aldeia e entraram em Vera Cruz. Parada e reabastecimento na Padaria São Jorge. Depois, Chã de Peroba, Estrada do Orfanato, vegetação luxuriante luxuosa, adentraram o Oitenta, Ruy lançou um olho comprido para o Bar da Cabidela, mas seguiram em frente. Desceram Pau Ferro, Berna fez uma aterrissagem elegante e macia na lateral da descida, praticamente apenas virar a bicicleta e sentar na terra, Estrada dos Macacos, uma parada na frente do Hotel Galante, muito conhecido por Ruy, que o recomenda. BR-101, Avenida Norte, Apipucos, Poço da Panela e por fim Rosarinho e o Bar do Tonhão. Chambaril, pediram dois, uma língua ao molho madeira, algumas poucas cervejas. Paulo e Baga foram ainda ao Tokyo tomar café com cheesecake de framboesa.

Matriz da Luz

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Olá pessoal:

Na quinta-feira, conversa com Pedro e Ruy, surgiu a ideia de fazer uma trilha no sábado cedinho, combinamos a ida para Matriz da Luz.

Ruy desistiu, convidamos também Jorge e, então, seis horas da manhã do sábado, 18, partimos do bairro da Torre, casa de Jorge e casa de Pedro, my son-in-law. Seguimos até o final da Av. Caxangá, subimos para a UR-07, cruzamos o metrô, passamos a Arena, seguimos pela rodovia BR-408 e, enfim, saímos do asfalto, entrando pelas estradas de terra entre os canaviais. Pegamos a estradinha mais agradável, sem canavial e com muita vegetação, inclusive de grande porte. Seguíamos sem paradas, apenas as naturais paradinhas breves para reagrupar no topo das subidinhas.

No centro de Matriz da Luz, uns refrigerantes, olhamos a igreja por dentro, ainda não acredito inteiramente na plaquinha que diz o ano, 1540, tenho que gugolizar isso, e seguimos. Descemos a PE-020, asfalto, tranquila, poucos veículos, cruzamos a 408 e pegamos a trilha da assim chamada Estrada da Compesa, de terra. Entramos no bairro de Parque Capibaribe e fizemos a segunda parada para reabastecimento em um mercadinho com muitas árvores e sombra na frente.

Cruzamos o bairro e retomamos a terra da estradinha junto ao Rio Capibaribe. Em certo trecho, deparamos com uma grande boiada à nossa frente, sem vaqueiro ou dono, e não teve jeito, fomos pedalando entre os animais, eles se afastavam, davam cabeçadas uns nos outros, até que em dado trecho mais largo, a boiada saiu para o “acostamento” e estacionou para a gente passar, filmamos isso, muito legal. Desembocamos na Arena, cruzamos o metrô e paramos na vendinha de Seu Luís, onde conhecemos a cadela da casa, que se chama Galega, muito simpática.

Subimos para a trilha de Brennand, e descemos por lá até a Oficina Cerâmica. Em certo ponto da trilha, a erosão causada pelas chuvas deixou o caminho muito estreito entre duas depressões, bem alto ali e perigoso de cair, não devo passar lá novamente, aquele trecho vai desabar se nada for feito. Saímos da estrada da Oficina e seguimos pela estradinha de terra paralela à principal, desembocando ao lado do Hotel Ninja. Seguimos pela Várzea, parada da água de coco, depois por dentro da Cidade Universitária, Reitoria, Canal do Cavouco, Torre, Parque de Santana e, por fim, chegamos ao Recanto Paraibano, onde almoçamos com Elis, Peter’s wife, e Patrícia, George’s wife.

Então, partimos às 6h e terminamos às 12h, fizemos 73 km em 6 horas de pedal, um bom passeio, com muitas subidas e descidas.

Quatro dias em Pombos, 250 km.

Fizemos um passeio de quatro dias na região de Pombos, Pernambuco. No primeiro dia, 2/11, partimos de Recife para Pombos por um trajeto misto, seguindo por estradas de terra até Matriz da Luz e Bonança. Almoçamos em Bonança e seguimos por asfalto até a pousada na zona rural de Pombos, completando 77 km. No segundo dia, 3/11, saímos da pousada e fizemos uma volta completa na zona rural, passando po Cacimbinhas, Apoti e Pirituba, um total de 46 km. No terceiro dia, partimos da pousada e subimos o Espinhaço da Gata, ladeira do Catonhé, vendinha de Seu Tôta, até visitarmos o Engenho Sanhaçu. Depois Chã Grande e seguimos a rota junto do Rio Ipojuca até a BR-232, perto de Gravatá, e por fim, descemos a Serra das Russas pelo asfalto, um total de 57 km. No quarto e último dia, retornamos por asfalto diretamente até Recife, um total de 70 km. Portanto, somando tudo, pedalamos cerca de 250 km. Abaixo fotos e mapas da pequena aventura.

Pedal Clube

Passeio: Pedal Clube.

Distância: 55 km.

Acordamos, eu e Baga, às cinco e vinte e quatro, e café e banho e preparativos, e desci antes dela para calibrar pneus, lubrificar corrente e, essencial, trocar o selim da bicicleta de Baga. Ela iria experimentar um selim emprestado, um selim que Moysés reputava muito bom, confortável, ela pediu para testar. Baga desceu, Parque da Jaqueira, encontramos o povo, fiz novos ajustes no selim e partimos, guiados pelo Comendador Hodson. Foi um bom passeio, muito tranquilo, poucos ciclistas, coisa de nove, se não me engano.

Subimos os Montes Guararapes, sempre é bacana passar por lá e fomos até Barra de Jangada. Uma breve parada em um posto de gasolina, e junto com o Comendador, degustamos umas Stella.

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No final, na Jaqueira, Baga havia deixado uma Água Doce a gelar e fizemos uma leve degustação, com melancia e abacaxi.

Mais tarde, no Recanto Paraibano, um longo almoço de tarde toda com Ruy e fim.

De noite, em casa, café, um pouco de mapas no gps e leitura, poucas páginas, do Ulysses, Joyce.

Mata do Zumbi

Passeio: Mata do Zumbi.

Distância: 25 km.

Ciclistas: Edson, Lu, Guilherme, Carol, Águia, Silvinha, Paulo.

21-10

Acordei às cinco e vinte e quatro, café, banho e preparativos para pedalar. Desci, bicicleta, Águia chegou, bicicleta no carro, passamos na casa de Silvinha, ela e a bicicleta e fomos para o pedágio do Paiva, limite sul do Recife, em termos, porque ali já é Jaboatão. Chegaram todos, Edson, Lu, Guilherme, Carol, além dos já citados. Partimos pela Ponte do Paiva e pela ciclovia até a igrejinha, ali entramos para a estrada de terra. Passamos pela Estação de Tratamento de Esgoto e seguimos até onde a estradinha se transforma em trilha pelo meio do mato, capim, alagados e bosques. A rota é difícil, às vezes muito esburacada, e há a travessia de um riacho. Lembro que, um vez, faz tempo, com outro grupo, passei nessa trilha na estação chuvosa, e esse riachinho de três metros de largura havia se transformado em um imenso alagado que atravessamos com medo de cobra, jacaré, sei lá.

Bom, nesse trecho mais difícil e bonito, o pneu de Edson começou a dar problemas. Não entendi como foi, mas o pneu furou três vezes. Ele não havia se preparado adequadamente para isso. Guilherme, prestativo, o ajudava. Eu não ajudo quem não se ajuda e fiquei só de observação. O pneu de Edson nos atrasou enormemente, e comuniquei que iria encurtar a rota, visto que o projeto era fazer 45 km. A passagem pela grande vala que existe no meio da trilha também estava muito mais difícil que da última vez e deu um trabalhão para passar.

Na última vez em que o pneu furou, e me parece que não havia mais conserto, aconteceu de passar um ciclista que trilhava sozinho por aquelas matas, e ele, Sandro, tinha uma câmara reserva para emprestar a Edson. Daí em diante, seguimos juntos com Sandro. Cabe notar que as reclamações de Silvinha sobre as dificuldades da trilha foram muitas e constantes. Problema dela, mas isso é muito inadequado e incoveniente. Quem não quer fazer trilha, fique no Parque da Jaqueira dando voltas na pistinha asfaltada de 1 km de extensão.

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Isso me faz pensar, paralelamente, nesses povos, ciclistas, que compram bicicletas caríssimas de mountain bike e se recusam a colocar as bicicletas em terra, só andam em asfalto, e asfalto seco, quando chove correm para casa. Incoerentes, pois para fazer os passeios que eles fazem com essas bicicletas, qualquer Barra Forte dava conta.

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De todo modo, encurtei a rota e, na bifurcação da placa, em vez de pegar à direita para Gaibu e Suape, peguei à esquerda, direto para Itapuama. Juntamente com Sandro, fizemos a parada no caldo de cana. Edson devolveu a câmara emprestada e ficou no caldo, nós seguimos pela ciclovia do Paiva até o pedágio. Carol e Guilherme continuaram pedalando a volta para suas casas. Nós voltamos no carro de Águia e Lu foi de carro buscar Edson e fim de um passeio meio-lá meio-cá.