47km: Maré – Pombos, Cacimbinha, Apoti, Pirituba.

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Passeio perfeito do Maré Bikers. Participaram do passeio: Águia, Guilherme, Paulo, Baga, Zeca, Silvinha, Carol, Edson, Berna e Everton. Fomos de carro para Pombos e a partir do posto de gasolina Federal iniciamos o pedal. Subimos pelo Alto do Frade, passando na frente da Pousada Pé de Serra, e ali furou o pneu de Everton, a câmara imediatamente trocada por Guilherme. Seguimos por estradão com sobes e desces moderados até a Fazenda São João.

O clima ajudou todo o tempo, pois ficava entre sol, nublado de muitas nuvens e, às vezes, um chuvisquinho e lebrina. As estradas estavam secas, com raríssimas poças de água, sem o barro grudento da zona litorânea.

De lá, desviamos para Cacimbinha, localidade com no máximo dez casas, onde o gps-humano-Águia encontrou um pequeno bar para nos abastecer de água e refrigerantes. Cruzamos uma fazenda, passando as duas porteiras, e retomamos o estradão na direção de Apoti.

Neste distrito, fizemos um lanchinho na venda que fica na frente da igreja. Depois, enfrentamos as subidas mais pronunciadas desse trajeto, na direção de Pirituba. Os cinco km entre Apoti e Pirituba são de asfalto e, nas subidas mais fortes, paralelepípedo. Parada na pracinha de Pirituba para Águia comprar um copaço de caldo de cana, do qual ele tomou dois goles e derrubou o resto sem querer.

Seguimos por estradão de terra novamente, com descidas velozes e belas paisagens na direção de Pombos, onde adentramos por volta das treze e trinta da tarde. O gps-humano-Águia-Codorna de imediato informou-se de um lugar para comer bom e barato. O problema foi que Águia não decora nomes e ficou procurando por uma escola Onze de Fevereiro, Onze de Setembro, Onze de Novembro, para, enfim, descobrir que era Onze de Dezembro. Duas casas depois da escola ficava o restaurante Picanha na Chapa, com prato comercial a onze reais por pessoa. Pediram-se diversas opções, guisado de boi, galinha cabidela, maminha, e outras.

Depois do almoço, foi só pedalar um trechinho até o posto, colocar as bicicletas nos carros e voltar para Recife.

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106 km: Matriz da Luz, Barragem Várzea do Una, Tapacurá, Chã de Alegria

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Magnífico passeio de cento e tantos km, mistão, uma boa parte por estradas de terra. Com o Maré Bikers, saímos da Jaqueira às seis e meia, Paulo, Baga, Suelan, Tasso, Silvinha, Zeca, Nildo, Ricardo Cabral, Pedro, Berna e Águia. No posto de gasolina da entrada para Brennand, Ruy se juntou ao grupo.

Subimos pela UR7 para a Estação Cosme e Damião, depois Arena, onde paramos no posto de gasolina. Continuamos pela 408 e entramos na estrada de terra para Queira Deus, sem seguir para a barragem. Pegamos à esquerda, estrada para Matriz da Luz. Como se pode ver nas fotos, as estradas estavam com muita poça de água e barro grudento.

Em Matriz da Luz, reabastecimento em um mercadinho e seguimos por terra para a Barragem Várzea do Una. Em uma subida, o segundo pneu furado de Pedro, paramos para trocar a câmara. Por sorte, uma casa ao lado vendia picolés e acampamos lá durante a troca da câmara. Silvinha aproveitou para fazer suas tradicionais entrevistas com os moradores.

Chegamos à Várzea do Una, uma barragem com belas paisagens em volta. Contornamos parte da barragem e entramos na mata de eucaliptos, descendo depois para o estradão de Tapacurá. Antes da barragem, entramos na estrada do Engenho Tabocas, cruzamos o Rio Tapacurá e adentramos o distrito de Itapema. Abastecimento de água, refrigerantes e picolés.

Saímos de lá e logo chegamos à Chã de Alegria, objetivo do dia. O self-service de Dona Nêni estava fechado, mas conseguimos boa comida no Restaurante Zé Luís. Cupim, patinho, frango, todos os pratos por 14 reais, e ainda algumas cervejas. Um descansozinho na frente do restaurante, tomando sorvetes e picolés.

Iniciamos, então, a etapa final, toda por asfalto. Saímos de Chã pela PE-40, desembocamos na BR-408 e fizemos breve parada na Acerolândia. Daí em diante, percurso tranquilo por Tiúma, São Lourenço, Camaragibe, Dois Irmãos, com o grupo diminuindo gradativamente, os ciclistas desgarrando para suas casas. Os remanescentes, Paulo, Baga, Suelan e Tasso, ainda foram tomar umas cervejinhas em um bar do Parnamirim.

Excelente passeio, belas paisagens, atrapalhados um pouco pelas estradas molhadas, pessoal divertido.

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Passeio de sábado do Maré – 60 km

Passeio normal de sábado do Maré Bikers, depois de tantas aventuras nos fins de semana precedentes. Passamos por Olinda, Umuarama, orla, Rio Doce, Paulista, Janga, Conceição, entramos na PE-22, depois Maranguape, por dentro, pela estrada de terra, Rio Doce, Jardim Atlântico, Bonsucesso, Varadouro.

Parada rápida para uma Heineken e uma Serra Malte no Bar-Rio, novo ali no Varadouro, e seguimos de volta para Recife.

Depois dos 60 km do passeio, caldinhos e cervejas na casa de Águia.

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Pequena cicloviagem de três dias – 200 km

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Cicloviagem de três dias pela Zona da Mata de Pernambuco. Aproveitando o feriado de 21 de abril, reunimos um pequeno grupo de amigos ciclistas e fizemos uma viagem de bicicleta. Participaram do passeio: Paulo, Baga, Águia, Silvinha, Zeca, Carol, Berna, Edson e Guilherme.

21 de abril, sexta-feira. Recife – Queira Deus – Tapacurá – Itapema – Chã de Alegria – Vitória – Pombos. 90 km.

Nos encontramos no Parque da Jaqueira às seis da manhã e partimos. Na Torre, Carol e Guilherme se juntaram ao grupo. Seguimos por Torre, paralela da Caxangá, entramos para a Oficina Brennand, mas subimos pelo asfalto até a Estação Cosme e Damião. Primeira parada no posto de gasolina da Arena. Seguimos pela 408 e entramos na estrada de terra para a Barragem Queira Deus.

Logo após o Engenho Queira Deus, a Usina São José, que se acha a dona do mundo, fechou a estrada de acesso à barragem. Nós seguimos descobrindo um outro acesso que dá exatamente no sangradouro da barragem, descemos por ali, atravessamos o sangradouro que estava seco e subimos do outro lado. Seguimos a estrada normal a partir da barragem, mas já nos haviam informado que a Usina havia, também, colocado uma porteira na estrada da matinha. Subimos essa estrada bela e sombreada e passamos a porteira pela lateral, havia uma passagem.

Descemos na rodovia de Matriz da Luz, seguimos dois km e entramos na estrada de terra que dá acesso à Represa de Tapacurá. Perto da represa, como eu não conhecia a estrada seguinte, decidimos subir um ladeirão para tomar água e refrigerantes em um bar que eu conhecia, pois já havia estado lá com Baga. Depois de refrescar, descemos o morro e seguimos a estrada para Chã de Alegria. Logo chegamos ao distrito de Itapema, que eu não conhecia, e nos abastecemos de água, e tomamos muitos picolés.

Chegamos em subida à Chã de Alegria e Águia tomou informação sobre lugar para almoçar. Seguimos para self-service de Dona Neni e comemos o prato feito no valor de 12 reais. Depois de almoçar e descansar um pouco, retomamos a estrada. Logo após a saída de Dona Neni, tive cãibras, algo que não acontecia há muito tempo. Subi a altura do selim, caminhei um pouco empurrando a bicicleta, voltei a montar e seguimos por estrada de terra. Tive cãibras de novo, na outra coxa, caminhei um pouco, tomei um energético preparado por Guilherme e seguimos. A estrada de terra juntou-se a uma estrada asfaltada e pouco movimentada, muito boa para os ciclistas. Essa estrada constava no meu mapa Garmin como de terra. Entramos nos subúrbios de Vitória de Santo Antão e abastecemos em uma vendinha. Alcançamos a antiga 232, por dentro de Vitória e passamos na fábrica da Pitu, onde paramos para fotos. Pombos já estava bem perto, mas ainda fizemos uma última parada em um posto de gasolina.

Entramos em Pombos e seguimos para a Pousada Pé de Serra, que fica na zona rural, mas perto da cidade. Fomos muito bem recebidos por Dora e Napoleão, os proprietários. Dividimos os quartos, Zeca e Silvinha ainda tomaram banho de piscina, tomamos banho, até que Dora nos serviu o jantar. Depois disso, ficamos um bom tempo conversando na beira da piscina, vendo as folhinhas da mangueira nascerem e crescerem junto com Guilherme, que via, também, estrelas nunca dantes identificadas.

22 de abril, sábado. Pombos – Apoti – Glória do Goitá – Lagoa de Itaenga – Carpina. 56 km.

O café da manhã foi servido por Dora e Napoleão por volta das sete e meia da manhã. Depois do café e preparativos, partimos. Voltamos ao centro de Pombos para abastecer de água e bananas e seguimos para as estradas de terra. Decidi fazer um percurso mais direto para Apoti, pois já havia feito antes uma rota mais longa com Baga. Entretanto, essa rota mais direta, que economiza alguns km, apresenta logo de cara uma subida imensa. Depois de terminar a infeliz, a rota se torna bem mais moderada, e com paisagens muito bonitas, e muitas plantações de abacaxi.

Chegamos a Apoti, onde abastecemos de água, refrigerantes, lanchinhos e seguimos por uma estrada de relevo mais suave em direção à Glória do Goitá. Em uma subida dessa estrada, a corrente da bici de Carol quebrou. Trocamos o elo quebrado por um power link e seguimos. Entramos em Glória do Goitá e logo Águia tomou informação sobre o melhor self-service da cidade, e seguimos para lá. Prato feito a onze reais e três cervejas para esfriar o quengo.

Saímos de Glória pela estrada de terra que faz a ligação com Lagoa de Itaenga. No centro da cidade, tomamos muita água de coco. Na retomada do passeio, pneu furado de Zeca, e trocamos a câmara. Saímos de Lagoa do Itaenga por estrada de terra com bela paisagem em direção à Carpina. Já se via a cidade de Carpina estendida ao longe, a nossa frente. mas a estrada faz uma descida, um meandro, deixamos de ver Carpina, mas fomos nos aproximando. Entramos no subúrbio de Carpina, paralelepípedos, logo asfalto e chegamos à rodovia que corta a cidade, e seguimos para o Hotel Uno.

Depois de instalados, alguns ainda pudemos curtir a piscina do Uno. Mais tarde, saímos juntos para jantar no excelente self-service Dona Benta.

23 de abril, domingo. Carpina – Recife. 56km.

O dia da volta foi o mais leve, exatamente para compensar o cansaço acumulado. Depois do café da manhã, partimos para Recife, tudo por asfalto. Seguimos pelo acostamento da BR-408, passamos as ladeiras de Paudalho e fizemos a parada de sempre na Acerolândia. Logo após, saímos da 408 para a estrada de Tiúma, São Lourenço e Camaragibe. Fizemos algumas paradas de reabastecimento em postos de gasolina. Seguimos por Dois Irmãos, Encanamento, Parnamirim e fomos terminar e comemorar o passeio no bar da Estrada Velha de Água Fria, perto da casa de Berna.

Ao final, duzentos quilômetros pedalados em excelente companhia. Foram tiradas centenas de fotos, com destaque para a visão especial de Berna. Aqui, coloco algumas das que fiz.

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