Monjope, Aldeia, Paraíso, Mumbeca, Pau Ferro, Sítio dos Pintos

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Com o Maré Bikers – Águia, Bagaceira, Guilherme, Silvinha, Zeca Regulado, Suelan, Tasso, Fabi DR, João Carlos Pingu, Néa, Vivi, Lu, Edson, Sandra, Gena, Ruy Esponjinha da Mamãe e mais – saímos da Jaqueira e seguimos pela PE-15 para chegar ao Engenho Monjope. Fizemos breve parada na banca de frutas de Abreu e Lima e, logo depois, cruzamos a rodovia para adentrar a Estrada do Monjope. O engenho está abandonado e o vigilante não permitiu nossa entrada. O Engenho Monjope já esteve muito conservado quando era um camping na década de 70, uma lástima o estado atual.

Deixamos o engenho e subimos pelos paralelepípedos até alcançar o estradão de Santa Catarina, com muitos trechos de areia fofa. Alguns trechos com poças de lama e logo chegamos ao estradão da PE-18 para fazer só um trechinho e logo pegar a estradinha que sobe para a Mumbeca. Fizemos uma boa parada no Bar do Paraíso: banho de rio, bebidas e comidas.

De bucho cheio, terminamos a subida da Mumbeca, seguimos um pequeno trecho pelo asfalto e descemos para a Estrada do Orfanato. Seguimos por Pau Ferro e pelo Oitenta, até desembocar no Sítio dos Pintos.

Então, Dois Irmãos, Apipucos e Casa Forte, onde paramos no Bar das Asinhas. Depois da comemoração de chegada, o grupo dispersou, mas boa parte ainda foi continuar a reunião em outro bar da Estrada do Encanamento.

Excelente passeio de 74 km, muita lama, subidas e areia fofa.

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Maré – Monjope – Aldeia
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Maré – Monjope – Aldeia

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Foi só subida em Bonito, Pernambuco

Com o grupo Maré Bikers, saímos de Recife para Bonito, interior de Pernambuco, na sexta-feira, 3 de junho. Havia chuva em Recife, e Bonito estava nublado e com chuviscos. Uma parte dos ciclistas foi na sexta, outra parte no sábado. Na sexta de noite, muitas conversas e piadas junto da piscina.

Sábado de manhã, depois do café, partimos do Bonito Plaza Hotel para a trilha das cachoeiras. Os ciclistas que participaram foram: eu e Bagaceira, Águia, Guilherme, Gena e Sandra, Ruy Lunga, Irany, Edson e Lu. Um pequeno trecho de asfalto e logo entramos na estrada de terra que leva à famosa e bela Pedra do Rodeadouro. As subidas são leves até a entrada do Hotel Fazenda, e são deslumbrantes as paisagens com vista das montanhas rochosas. Paramos diversas vezes para fotos e admirar a paisagem. Depois do Hotel Fazenda, avisei ao pessoal que começava “A Subida”. Uma ladeira longa e íngreme na estrada de terra e que parece não ter fim. Esse subidão já foi pior, mas agora colocaram paralelepípedos no pior trecho, mais ou menos no meio da subida, mas apenas ali. No final dessa subida difícil, chegamos ao asfalto da rodovia.

De lá, começamos a descer pela PE-103, em velocidade, mas com cuidado, pois as curvas são muito fechadas. Todos deliciados com a descida, fizemos uma breve parada em um bar bem modesto, que nem água mineral tinha, apenas refrigerantes. Continuamos a descida e logo pudemos ver a nova Barragem de Serro Azul. Nossa pretensão era ir até a localidade de Serro Azul, logo após a barragem. Entretanto, as obras da represa destruíram o asfalto da rodovia, que se transformou em lamaçal. Nosso comandante Águia ainda tentou chegar até a barragem, mas a estrada ficava pior. A gente também queria pegar uma estrada de terra que contorna o asfalto e liga à trilha das cachoeiras, mas as obras haviam destruído o início dessa estrada, era um grande atoleiro. Então, voltamos subindo pelo asfalto até a entrada da estradinha de terra que leva as cachoeiras. Logo no comecinho dessa trilha, paramos para comprar água mineral em uma vendinha. Seguimos e passamos pelo Casarão do Engenho Barra Azul e chegamos à Cachoeira Barra Azul. Entramos e alguns tiveram a coragem de tomar banho na água frígida. O dia, que se mantivera apenas nublado, fechou e começou a chover forte. Deixamos a Barra Azul e reiniciamos a subida. Decidimos não entrar na Cachoeira da Pedra Redonda, pois a chuva estava muito forte e havia neblina. Continuamos, seguindo a trilha que sobe, sobe, sobe, sobe, sem parar. Chuva, rieiras, água escorrendo pela trilha, pelas roupas, pelas bicicletas, barro molhado, neblina. Apesar da dificuldade, todos estavam de muito bom humor.

Chegamos ao topo da trilha, onde se retorna ao asfalto. Dali, há fortes subidas pela rodovia até o ponto mais alto das cercanias, 824 metros de altitude. Chuva, neblina, uma subida em cima da outra, alguns reclamavam, outros faziam piadas, outros praguejavam, e muitas risadas também. Era divertido ouvir Lu, uma pessoa discreta, que a cada curva via uma nova subida, e dizia baixinho “puta-que-o-pariu”. Gena se dizia morto dentro das calças e só conseguia emitir um “oxe” a cada nova subida. Ruy Lunga dizia que já estava vendo São Pedro ali adiante, no meio da neblina. Águia cantava algo sobre “água no Cume desce, fogo no Cume sobe”. Ainda antes do Cume chegar, paramos em uma barraquinha e comemos muitas bananas. Chuvisco, neblina, vento e frio nos acompanhavam nesse trecho. Seguimos até o ponto mais alto e alcançamos os paralelepípedos.

Nesse ponto, começa a descida que leva até o centro de Bonito, uma descida longa, de paralelepípedos, íngreme, com muitas curvas. O pessoal chegou lá embaixo ainda tremendo do bate-bate dos paralelos. Entramos na cidade e chegamos ao Bonito Plaza. Alguns foram para a piscina, que estava até quente comparada com a água fria da cachoeira. Lavamos bicicletas, tomamos banho e fomos almoçar-quase-jantar no restaurante do hotel. Nos recolhemos, dormimos um pouco, e voltamos a nos encontrar à noite para mais uma reunião de conversas e piadas.

No domingo, voltamos para Recife. Foi um excelente e difícil passeio de 52 km, com pessoas muito divertidas e bem humoradas.

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Bonito – Pernambuco
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Bonito – Pernambuco
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Bonito – Pernambuco
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Bonito – Pernambuco
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Bonito – Pernambuco
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Bonito – Pernambuco

Recife – Gravatá – Recife

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Com o grupo Maré Bikers, sem muito planejamento, combinamos de ir até Gravatá na sexta-feira e voltar no sábado. Gravatá é cidade do Agreste de Pernambuco, situada a cerca de 80 km de Recife e a 500 m de altitude. Como quase todos precisam trabalhar, marcamos a saída para as 15h da tarde da sexta. Eu e Baga partimos da nossa casa às 14:40h e logo após encontramos os outros ciclistas na Av. Ruy Barbosa. Eram eles: Gabi, Berna, Águia e Edson. Dali seguimos por dentro da Torre e paralela da Caxangá, depois Engenho do Meio, Sudene, Cidade Universitária e um trecho curto da BR-101 até entrarmos na BR-232 que conduz direto à Gravatá. Fizemos esse trajeto de saída para evitar a Av. Abdias de Carvalho, mais direta porém mais movimentada e perigosa para ciclistas.

Seguimos com o grupo animado pela 232, sem problemas, sem cansaço e sem paradas até a metade do trajeto, lá pelos 43 km, quando paramos na Cabana de Taipa, que já estava fechando naquele horário, pouco depois das cinco da tarde. Entretanto, havia o Pão com Linguiça aberto, que nos serviu uma comida deliciosa. O pessoal reabasteceu o buchinho e, nesse meio tempo, a noite chegou. Preparamos os farois e iniciamos a segunda etapa do trajeto. De início, a gente estava um pouco inseguro, por causa da escuridão. Mas logo nos acostumamos com os nossos farois e, além disso, procuramos pedalar juntos, dois a dois, e orientando a todos sobre buracos, areia e água no acostamento.

Nossa segunda parada foi em um posto de gasolina em Pombos. Reabastecemos de água e iniciamos a subida da Serra das Russas, cerca de 8 km, algo que leva entre 45 a 60 minutos para se fazer. Foi um trecho muito bom, pois a quantidade de veículos havia diminuído, a subida é lenta, e se pode apreciar o céu negro e as estrelas. Na entrada do túnel, paramos para fotografias e encontramos Ricardo, marido de Gabi, que vinha de carro para nos encontrar e passar a noite conosco no hotel. Depois do túnel, encontramos Bielo e Ana, que passavam de carro em direção à Gravatá. Logo após esse feliz encontro, fizemos a última parada no Rei da Coxinha. Logo chegamos ao Hotel Petur, nos instalamos, tomamos banho e fomos curtir a noitada, com vinhos, cervejas e queijos, muitas piadas e casos, na beira da piscina.

No sábado, depois do bom café da manhã e dos preparativos, e ainda alguma conversa divertida, recebemos Sandra e Gena que foram de Recife, de carro, para fazer o retorno de bicicleta com a gente. Aproveitamos para enviar as bagagens para Recife no carro de Gena, dirigido pelo primo dele. Saímos do Hotel Petur pouco depois das nove da manhã e iniciamos a descida pela estrada de terra da Russinha, que é mais agradável, mais pictórica e tranquila. A estrada tem muitas subidas e descidas, passa pela localidade de Russinha e leva até Pombos, uma distância de 20 km. Em Pombos, fizemos um breve reabastecimento, pegamos a rodovia novamente, e atravessamos para o lado correto pela passarela.

O sol forte nordestino nos acompanhou durante todo o dia, evidentemente. Por esse motivo, fizemos um retorno mais lento, com mais paradas. Paramos em um posto de gasolina entre Pombos e Vitória para reabastecer e, antes de partir, percebi meu pneu traseiro furado. Retirei a câmara furada, mas não encontrei o causador do furo, devia ser um espinho que entrara e saíra. Com a câmara nova, partimos. A próxima parada foi na Cabana de Taipa, antes de Bonança. Aí almoçamos e até mesmo deu para tirar um breve cochilo no gramado sombreado da frente. Seguimos e a parada seguinte foi no caldo de cana da entrada de Matriz da Luz. Nessa parada, percebi o pneu dianteiro de Bagaceira furado. Fui sorteado mesmo: nessa viagem, só dois pneus furados e ambos na minha família. Seguimos e entramos em Recife. Depois do Curado, passamos para o outro lado da rodovia, pois do lado de ida, o acostamento praticamente não existe, e do lado oposto, além do acostamento, há grandes áreas asfaltadas e sem tráfego de veículos. Antes do viaduto que conduz à Abdias de Carvalho, pegamos uma alça que leva a BR-101 e logo cruzamos a passarela para o lado correto da via. Seguimos para a paralela da Caxangá e passamos na casa de Sandra e Gena para pegar nossas bagagens.

Mais adiante, eu e Bagaceira nos despedimos dos remanescentes, que seguiriam para a Av. Norte, e entramos na Torre, depois Casa Forte e fomos jantar no Parraxaxá. Ali, tomei a única e última Bohemia long neck do dia. Depois do jantar, casa e banho e dormir. Fim do passeio, um total de 170 km, sem pressa, com cuidado para tentar evitar os muitos perigos das rodovias brasileiras, sem preocupação com velocidade ou hora de chegada. Excelente passeio com amigos muito divertidos e solícitos.

Olinda, Igarassu, Cueiras com o Maré

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Eu e Bagaceira fizemos um passeio de 96 km com Maré Bikers. Saímos da Jaqueira, fomos para Olinda, subimos a Sé, seguimos para o Janga e Maria Farinha, seguimos pela PE-22, depois sentido Igarassu. Paramos na banca de frutas. A seguir, entramos para Nova Cruz, saímos do asfalto e pegamos a trilha de Cueiras. Parada breve no bar da fritada, sem fritada, somente cerveja, refrigerantes e água. Continuamos pela trilha, retornamos ao asfalto, chegamos à Nova Cruz e atravessamos de barquinho. Retornamos pelo Janga. Em Rio Doce, eu e Baga nos separamos do grupo, pois eles seguiram pela beira-mar com vento contra, e nós fomos pelas ruas mais internas, onde o vento era menos intenso. Paramos para almoçar no Carmo, depois seguimos para Recife por dentro de Campo Grande. Ainda paramos para um café expresso com cheesecake.

Açude Queira Deus com o Maré

Sábado, 7 de maio. Com o grupo Maré Bikers, fizemos um percurso de 70 km. Saímos do Parque da Jaqueira às 7 horas da manhã, seguimos pela Avenida Abdias de Carvalho, rodovia BR-232 e entramos para o Terminal Rodoviário da cidade, onde Águia aproveitou para comprar uma passagem para Aracaju. Fizemos outra parada, para reabastecer, no posto de Santo Aleixo.

Entramos na estrada de terra e, com muitas subidas e descidas, chegamos ao Açude Queira Deus, onde tomamos banho e nadamos um pouco. Voltamos para a BR-408 e fizemos uma parada de reabastecimento. Cruzamos a 408 e subimos por estrada de terra. Na descida, em busca da estrada que leva até a margem do Rio Capibaribe, nos perdemos por alguns minutos, pois a entrada da estrada estava fechada por um monte de terra, restos da obra de calçamento.

Encontramos a estradinha, subimos e descemos em direção ao rio. Seguimos a estrada de terra até a Arena Pernambuco. Cruzamos a estação Cosme e Damião do metrô e descemos pela trilha de Brennand. Ao final, paramos em um bar de Casa Forte para comer asinhas de galinha e tomar algumas cervejas.