14º dia: Tibau (RN) – Praia de Peroba (CE) (38 km)

O trecho entre Icapuí e Morro Branco, no Ceará, é um dos mais belos e fascinantes desse trajeto Recife-Fortaleza, pois ali a costa é de falésias. Portanto, nós decidimos passar pela região com mais vagar, apreciando a paisagem e aproveitando a maré baixa, pois indo por cima, na estrada, não se vê nada das incríveis falésias.

Então, saímos cedo de Tibau, logo após o café da manhã. Um pouco antes, fui de bicicleta até o Comercial Marques para comprar câmaras de ar, pois as três que eu levara viraram peneira com os espinhos da região de Tibau, ali chamados de cabeças de boi.

Saímos da Pousada do Aurélio e descemos para a praia, maré baixa e areia dura pedalável. Bagaceira fez logo uma foto na divisa dos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará, que era logo ali na praia. Seguimos pela praia, manhãzinha cedo, vento a favor, uma diliça. O percurso, entretanto, era constantemente retardado, pois Baga parava vez em quando para pegar conchinhas na areia da praia.

Fomos assim até a grande região de mangues que fica na frente da cidade de Icapuí. Esta é, inclusive uma área de preservação ambiental, e não dá para seguir pela praia. Subimos um trechinho de duzentos metros de areia fofa e logo pegamos a estrada de barro que divide mangues, à direita, e salinas à esquerda. Mais uma salina na nossa trajetória. Baga, dessa vez, adentrou a salina para ver se o sal era sal mesmo e se era salgado, até catou pedaços de pedras de sal.

A estrada de barro vira estrada de pedras solteiras e, perto do centro de Icapuí, é asfalto. Abastecemos de água no centro da cidade, seguimos uns dois km por asfalto, e logo entramos à direita em direção à Praia da Barrinha, a primeira depois do manguezal. Maré ainda baixa e praia de areia dura, seguimos pela areia. Mais adiante começam a aparecer as primeiras falésias.

Então, seguimos mais lentamente, pois a admiração é grande, muitas fotos também, mas essas fotos não revelam a real beleza e grandiosidade do lugar. A maré já começava a subir, mas ainda dava para pedalar. Chegamos na falésia onde se inicia a Praia de Peroba e, nesse ponto, a maré já estava alta demais para pedalar. Empurramos as bicicletas até as primeiras casas da praia e fomos perguntando por pousada. Os moradores indicaram a Pousada Estrela da Peroba, rústica, simpática, agradável, à beira-mar. Disseram, inclusive, que há cinco pousadas entre as praias de Peroba e Redonda, a praia seguinte, e que a única à beira-mar é a Estrela. Fomos até lá e falamos com Louro e com Dona Ana Vitória e, por sorte, ainda havia um único quarto sobrando.

Pegamos na hora, despejamos os alforjes, lavamos as bicicletas, e fomos tomar banho de mar. Encomendamos o almoço no restaurante da pousada, lagosta a um preço módico, e cervejas deliciosas e geladinhas. Depois do almoço, caminhamos até a Praia Redonda e tomamos banho de mar. Por fim , passeamos na praia ao final da tarde, curtindo o belo por-do-sol.

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13º dia: Ponta do Mel – Tibau (RN) (62 km)

Por conta dos 100 km do dia anterior, acordamos um pouco mais tarde e ainda demoramos bastante tempo no gostoso café da manhã da Pousada Maré, aproveitando para bater papo com Daniela e Eliane sobre a pousada, suas árvores frutíferas, e sobre os viajantes de bicicleta que já passaram por lá, brasileiros, alemães, argentinos.

Depois de muita conversa e de arrumar todas as tralhas, saímos de Ponta do Mel por volta de nove e quarenta. A maré estava cheia e seguimos pela rodovia que passa por cima da Serra do Mel, portanto tivemos algumas subidas e descidas.

Quando a estrada se aproxima de Areia Branca e do mar, volta a ser plana e cercada de salinas. Chegamos ao centro de Areia Branca, compramos água, bananas e laranjas, e fomos para a balsa, que ia sair de doze e meia. Fizemos a travessia até Grossos, cinco reais por pessoa + bicicleta. Voltamos a pedalar a partir de Grossos em direção à Tibau. A estrada asfaltada e de pouco tráfego segue o rio e depois passa a acompanhar o mar.

Quando passamos pela localidade de São José, Bagaceira identificou um restaurante na beira da praia, o Restaurante do Zé Maria. Parecia fechado, mas fui até lá e a Dona Neidinha, que descansava em uma rede, disse que poderia fazer o almoço para nós. Pedimos logo uma cerveja que veio bem geladinha e deve ter sido a segunda melhor cerveja que já tomei. Aproveitei para dar um mergulho e o mar estava delicioso.

Logo mais, Dona Neidinha apresentou o almoço, um peixe sirigado frito, baião de dois, tomates e macaxeira frita.

Depois do almoço, seguimos tranquilos para completar os dez quilõmetros que faltavam até Tibau. Entretanto, pouco antes da entrada da cidade, o primeiro pneu furado da viagem, o traseiro da bicicleta de Baga. Quando verificamos o pneu, havia mais de dez espinhos enfiados na roda. Não sabemos onde foi que passamos para encontrar esse espinheiro, já que seguíamos pelo asfalto.

Troquei a câmara do pneu traseiro, mas vimos que o dianteiro também estava com espinhos e começava a murchar. Dei umas bombadas no dianteiro e seguimos e conseguimos entrar em Tibau e ir até a pousada. Assim que chegamos na pousada, os dois pneus de Baga murcharam de vez. O traseiro ainda tinha um espinho que eu não havia tirado. O dianteiro tinha mais de dez espinhos também.

Revirei os pneus pelo avesso e troquei as duas câmaras. Depois dessa trabalheira inesperada, descemos até a praia de Tibau para passear na beira-mar. A partir de amanhã, sairemos do Rio Grande do Norte e entraremos no Ceará, pois Tibau é a última cidade potiguar.

12º dia: Galinhos – Ponta do Mel (RN) (100 km)

Um pedal de 100 km não é fácil e ainda mais nessa região quentíssima do Rio Grande do Norte. Entretanto, nesse trecho é necessário estender a quilometragem pois entre Macau e Ponta do Mel não há lugar para ficar.

Depois do café da manhã na bela Pousada Made in Aqui em Galinhos, nos despedimos dos amigos Pascal e Sylvie e pedalamos para o porto da cidade. Descemos as bicicletas pesadíssimas para o barco de Jairam e fizemos a travessia para a cidade de Guamaré. Abastecemos de água e bananas e seguimos por rodovias asfaltadas em direção à Macau. Não é possível seguir pela praia pois toda esta região é composta por mangues.

Chegamos cedo à Macau, por volta de onze e meia, então aproveitamos para almoçar em um self-service da cidade, visto que dali em diante é praticamente um deserto. Depois do almoço e de abastecermos de água, cruzamos a ponte e pedalamos por dentro das Salinas Henrique Lages. As estradas ali são de terra e passam entre as inúmeras lagunas onde o sal vai se formando.

O calor era fortíssimo e aumentado pela brancura do sal. Seguimos até o Rio das Conchas onde há um barquinho para a travessia. Chegou lá, também, um motociclista e atravessamos o rio com as duas bicicletas e a moto no barquinho. Do outro lado, continuamos pela estradas da Henrique Lages, passamos pela laguna de sal rosa, e enfim desembocamos na vila de Logradouro. Nossa água já estava se tornando pouca para a nossa enorme sede, mas não havia nem vendinha, nem bar, nem armazém naquele Logradouro.

Seguimos pelo asfalto contra o vento até a bifurcação da entrada de Porto do Mangue, pegamos à esquerda e o vento diminuiu um pouco de intensidade, mas ainda não ajudava, era um forte vento lateral. Esse trecho é uma região de grandes dunas que gostam de atravessar a estrada e, muitas vezes, toda uma faixa da rodovia estava ocupada pela areia das dunas.

Depois de sairmos da região dunosa, a estrada chegou ao mar na Praia do Rosado. Saímos do asfalto e descemos para a areia da praia, a maré estava seca e dava para pedalar. Bagaceira encontrou um bar e, com a grande sede e já sem água, tomamos a melhor cerveja gelada em muitos anos.

Seguimos pela areia dura da praia até Ponta do Mel, onde nos hospedamos na Pousada Maré, cuja dona se chama Eliane. À noite, Dona Eliane e sua filha Daniele prepararam uma deliciosa ceia de cuscuz com verduras, ovos, pão e café.

Foram 100 km difíceis, mas de muita beleza rústica, solar, agreste.

11º dia: Curtindo Galinhos (RN)

Não dá para apenas passar por Galinhos, pois ali é um lugar especial. Portanto, passamos o dia nessa praia, caminhamos até o farol, tomamos banho de mar na ponta da península e caminhamos pelo lado do rio. À tarde, fomos para a praia tomar banho de mar e esperar o por-do-sol.

10º dia: Gostoso – Galinhos (RN) (84 km)

Um excelente dia de pedal. Depois do bom café da pousada Arte do Velejo, com pão caseiro e torta de banana feitos na horinha, partimos de São Miguel do Gostoso por volta de oito e meia. Seguimos pela estrada de barro e costela de vaca, a mesma que leva ao Suspiro da Baleia. Este é o estradão para Pedra Grande e tivemos que seguir por ele, pois a maré estava alta na manhã e não se podia seguir pela praia.

Passamos pelas vilas de Morro dos Martins e Acauã, onde paramos para tomar sorvete e conversar com o dono da venda. Calor e sol de rachar o quengo. A estrada é larga, mas tem costela de vaca para todos os lados. Não havia por onde fugir das costelas, e fica pior depois de Acauã. Entretanto, mais à frente, cortei à direita para a estrada que liga a praia de Enxu Queimado com a cidade de Pedra Grande. O piso do estradão até melhorou, mas a estrada é mais movimentada por conta da construção de usinas eólicas e havia muita poeira vermelha.

Em Pedra Grande, onde a estrada de barro se liga ao asfalto da rodovia, paramos para tomar regrigerantes e comer bananas. Enquanto a gente estava no armazém abastecendo, vimos a polícia do RN chegar e parar o veículo de um morador da região, já famoso por suas bebedeiras. O senhor mal conseguia andar e insistia em ir para a casa de carro, e o pessoal chamou a pulissa. Os policiais levaram o cidadão para casa na viatura e um dos PM dirigiu o carro do senhor cachaceiro. O rapaz do armazém disse que isso já é comum com aquele senhor.

Seguimos pelo asfalto em um ritmo forte, livres das costelas de vaca e com vento a favor. Logo chegamos à Caiçara do Norte, a última cidade antes de Galinhos. Paramos em um supermercado para tomar água de coco e refrigerantes, comer biscoitos e banana. Calor da bixiga lixa do estupor caiano da gota serena, como diz o Presidente Odilon. Depois do refresco, saímos da cidade por estradão de barro com costela de vaca, mas era curtinho, pois, com a maré secando, pegamos a praia e pedalamos flutuando até Galinhos.

Pedalamos pela areia dura da praia, e pelas pedras chapadas da beira-mar, pois há longos trechos assim, de pedras. Muitas dunas à nossa esquerda, o marzão à direita. Sem problemas e com belíssima paisagem, chegamos à Galinhos. Bom lembrar que só se chega à Galinhos pela praia na maré baixa ou por barco a partir do continente. Somente veículos 4×4 e na maré baixa conseguem chegar até lá. Por isso, a cidade não tem automóveis. Galinhos fica na ponta de uma península, entre rio e mar, e se lá não é o paraíso, então é vizinho do paraíso.

Almoçamos um delicioso dourado frito com feijão, salada, arroz, macaxeira frita, no restaurante de Seu Zeca, na beira da praia. Ele aproveitou para nos contar da inédita maré cheia que ocorreu há alguns meses e invadiu as primeiras ruas da cidade, inclusive o restaurante. Segundo Seu Zeca, ele nunca havia visto isso ocorrer.

Depois do almoço, fomos para a pousada dos amigos Pascal e Sylvie, a bela pousada Made in Aqui. Dia perfeito, com 84 km rodados em todo tipo de piso.

9º dia: Suspiro da Baleia (RN) (17 km)

Tivemos um dia de descanso, apenas pedalamos até a praia de Tourinhos para conhecer o famoso Suspiro da Baleia, um furo em um conjunto de pedras à beira-mar, por onde as ondas esguicham em forma de jato na maré baixa.

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Suspiro da Baleia
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Suspiro da Baleia

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8º dia: Maracajaú – São Miguel do Gostoso (RN) (60 km)

Nosso oitavo dia de viagem foi o oposto do dia anterior. O dia amanheceu chuvoso e nublado e terminou com sol de rachar o quengo. Acordamos cedo para tomar o café da manhã, mas chegamos a pensar que a chuva não nos deixaria sair de Maracajaú. Arrumamos tudo, fechamos os alforjes, lubrifiquei as bicicletas, e ficamos esperando. De repente, as nuvens e a chuva desapareceram, então partimos.

Seguimos pela estrada de barro que sai de Maracajaú e contorna uma região de dunas. É um belo lugar, mas a passagem de bicicleta não é das mais fáceis, tem que empurrar às vezes. Não dava para ir pela praia pois a maré estava alta. Passamos as dunas e seguimos por estradão de barro vermelho, molhado pela chuva, e com muitas costelas de vaca. Passamos pela localidade de Pititinga e continuamos pelo barro vermelho. Parecia que a gente pedalava em Marte. Alcançamos a rodovia para Zumbi e descemos para essa vila. Novamente, estrada de barro vermelho até a rodovia de Rio do Fogo.

Entramos na cidade e paramos para comprar água gelada e comer paçoca. Seguimos por estradão de barro vermelho e muito mais costelas de vaca. Na localidade de Carnaubinha, começa estrada de paralelepípedos, também dura de percorrer. Enfim, asfalto até o início da cidade de Touros. A maré estava começando a baixar, mas como o asfalto se distancia do litoral para depois voltar, decidimos seguir pela praia. Já dava para pedalar com alguma dificuldade e dava para ecnomizar alguns quilômetros.

Logo chegamos à famosa Ponta do Calcanhar, uma praia em ponta, com cerca de dois quilômetros de pedras na areia e um farol. Mesmo com maré baixa, não é fácil passar por ali, mas a paisagem vale a pena. Cruzamos a Ponta do Calcanhar e, logo após, avistamos da praia o marco do km zero da BR-101. É, a rodovia que corta o país começa logo ali na Ponta do Calcanhar.

Mais a frente, na localidade de Cajueiro, saímos da praia e fomos para a estrada asfaltada, pois aqui ela segue junto ao mar. Passamos por São José e logo chegamos a São Miguel do Gostoso, nosso destino de hoje, com 60 km percorridos.

Almoçamos lagosta em um bar na praia, a um preço acessível, e depois procuramos pousada. Lavamos as bicicletas e fomos tomar banho de mar e fim por hoje.

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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso
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Maracajaú – São Miguel do Gostoso

7º dia: Natal – Maracajaú (RN) (66 km)

O dia foi metade sol de rachar e metade nublado. Saímos de Natal antes das oito e seguimos pela avenida da beira-mar e, mais adiante, pegamos a ciclovia da Via Costeira. Cruzamos a enorme ponte estaiada, paramos no topo da ponte para admirar a paisagem, e fizemos uma parada de abastecimento e café expresso no posto da Redinha. Seguimos por asfalto pela Redinha até a praia de Genipabu.

Descemos para a areia, a maré ainda estava alta mas permitia pedalar, e seguimos até as pequenas  balsas do Rio Ceará-Mirim. Atravessamos junto com os buggies e foi de graça. Seguimos pelo asfalto um longo trecho, então descemos para a praia. Seguimos pela praia até Jacumã, mas a maré estava alta ainda e, em Jacumã, saímos para a rodovia. A rodovia segue perto do mar, apenas se afasta para contornar o Cabo de São Roque, e depois vai em direção ao mar. Paramos em Maxaranguape para uma água de coco à beira-mar. A estrada agora era de barro, seguimos um trecho por ela e logo descemos para a areia da praia. Pela praia, chegamos a Maracajaú, nosso destino de hoje, com 66 km. Almoçamos uma deliciosa peixada no Restaurante Tereza Pança.

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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú
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Natal – Maracajaú

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6º dia: Tibau do Sul – Natal (RN) (42 km)

Dia de muito sol, a chuva de ontem desapareceu completamente. Pegamos a balsa que atravessa a Lagoa Guaraíras e seguimos pedalando pela praia, a maré estava secando. Na praia da Barreta, subimos para a estrada asfaltada que segue paralela a praia, pois este trecho até Natal tem muitas pedras que dificultam o pedal pela areia. Passamos pelas praias de Camurupim, Tabatinga, Búzios e Pirangi. Sem dificuldades, chegamos à Natal. Logo encontramos pousada e fomos para a praia. Dia tranquilo e quente.

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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)
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Tibau do Sul – Natal (RN)

4º dia: Baía da Traição (PB) – Baía Formosa (RN) (57 km)

Dia muito difícil, apesar da quilometragem não ter sido excessiva. Entretanto, as praias por que passamos eram difíceis de pedalar mesmo na maré baixa. Saímos da Baía da Traição por volta de oito e meia, seguimos pelo centro da cidade e logo pegamos a praia. De início, bem pedalável. Depois, a areia não é fofa, mas agarra o pneu, e afunda às vezes. Muito difícil pedalar nesse trecho, mas seguimos lentamente. Chegamos à Barra de Camaratuba e fizemos a travessia do rio da mesma forma que o Miriri. Soltamos os alforjes e fizemos a travessia por partes. Depois de um banho no Camaratuba, seguimos ainda lentamente para o Rio Guaju. Lá, nova travessia carregando as bicicletas e alforjes separadamente. Com essa travessia, entramos no Rio Grande do Norte.

A gente já estava sem água, mas na Barra do Guaju sempre tem uma barraquinha de cocos e refrigerantes. Depois de reabastecer, a maré enchendo, conseguimos ainda chegar até a vila de Sagi. Almoçamos e decidimos continuar pelo estradão de barro que vai para Baía Formosa, pois pela praia não dava mais.

Seguimos pelo estradão até a rodovia de Baía Formosa e ainda fizemos um grande trecho pelo asfalto. Já estava escurecendo, e chegamos ao centro da cidade às seis da tarde. Dia dificílimo e cansativo.

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Baía da Traição (PB) – Baía Formosa (RN)
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Baía da Traição (PB) – Baía Formosa (RN)
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Baía da Traição (PB) – Baía Formosa (RN)
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Baía da Traição (PB) – Baía Formosa (RN)
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Baía da Traição (PB) – Baía Formosa (RN)
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Baía da Traição (PB) – Baía Formosa (RN)
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Baía da Traição (PB) – Baía Formosa (RN)
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Baía da Traição (PB) – Baía Formosa (RN)

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