Preparativos para viagem de bicicleta

A semana foi de recolhimento, introspecção. De fato, eu já poderia estar em viagem, mas Baga pediu que ficássemos na cidade até o final do mês, por conta dos pacientes dela. Então, ocupei-me lentamente dos preparativos da viagem. Não há tanto a me preocupar, sairemos direto da nossa cidade, não há que embalar bicicletas e pegar avião e não ter a certeza de que as bicicletas chegariam intactas ao destino. A experiência já adquirida de viajar também torna tudo mais simples. É sair com o básico e qualquer coisa vai se ajeitando pelo caminho. A gente vê pessoas se preparando para uma viagem de bicicleta e complicando as coisas, levando mais material do que o necessário, procurando equipamentos especiais.

Bom, coloquei meu bagageiro velho de muitas viagens, do modelo mais simples, e vou tentar levar o menor peso possível, embora, para mim, não dá para viajar sem notebook, por exemplo, visto que faço anotações, registro dos trajetos, armazenagem das fotos, pesquisa de rotas e hospedagem, tudo nele.

Evidentemente, levarei a bolsa de ferramentas, com o básico, chaves allen, alicate bico fino pequeno, tesoura, câmaras de ar, bomba, kit remendo, chave de corrente. É o volume mais pesado, sempre. O notebook de um quilo é outro item pesado. Cabos e fios e o kindle. Duas camisas de ciclismo manga longa, mais uma camisa para dormir, uma para passear. Duas calças longas de ciclismo, uma bermuda de surfista, tecido fino, uma calça de tecido fino para dormir, um calção de praia, duas cuecas, dois pares de meia. Bolsa com material de higiene e remédios. Um bloquinho de anotações, uma caneta. Gps e câmera vão no corpo. Boné, tênis, sandálias havaianas. Já é muito.

Para a bicicleta de Baga, comprei um bagageiro mais refinado, sem ter a convicção de que presta. É um bagageiro para bicicletas com freio à disco. Não gosto de freio à disco, especialmente para viagens, pois é mais complicado de consertar nos interiores. O tal bagageiro encaixou melhor na bicicleta dela, mas tem muitas partes fixadas com parafusos, o que o torna mais delicado nos solavancos. Terei que verificar a volta dos parafusos frequentemente.

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Igreja do Monte e Morro do Peludo, Olinda

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Passeio do Pedal Clube de Pernambuco no domingo, 26. Guiados pelo infindável Presidente Odilon, saímos da Jaqueira às sete, seguimos por Torre e Caxangá, BR-101, Casa Amarela e Alto do Mandu, Campo Grande e, então, direto para Olinda. O Presidente tinha em vista dois pequenos morros. Entramos no Sítio Histórico pelo Carmo e fizemos uma breve parada no João do Coco, ali na Praça da Preguiça. Na rua de paralelepípedos, passavam corredores que participavam de uma corrida na cidade alta. Entre eles, o irmão de Marcos Pedro, que se chama Marcelino Pedro. Dessa forma, descobrimos que os doze irmãos de Marcos Pedro têm Pedro como segundo nome, João Pedro, José Pedro, Pedro Pedro e assim por diante.

Seguimos pela Prudente de Morais e Amparo, lugares muito frequentados pelo Presidente Odilon na infância, quando jogava bola de gude com Maurício de Nassau, Duarte Coelho, Mem de Sá, Filipe Camarão e Matias de Albuquerque.

Subimos para a Igreja de Nossa Senhora do Monte, a missa estava terminando, a lojinha abriu e o Presidente aproveitou para comprar uma garrafinha de licor de morango. Descemos do Monte por uma via que foi asfaltada e desemboca na Estrada dos Bultrins. Entramos no bairro de Ouro Preto, cujo traçado foi desenhado por Odilon juntamente com Duarte Coelho, e subimos para o Morro do Peludo. Antigamente, no tempo de Odilon, aquilo era um terreno abandonado. Hoje, lá em cima, há uma capelinha e estava acontecendo uma missa campal.

Descemos o Morro e fizemos a rota por trás do quartel do 7º Regimento Olinda, desembocando na Vila da Cohab. Seguimos pelo Complexo de Salgadinho até o centro do Recife, e fizemos uma parada celebratória e de abastecimento em uma loja da Manoel Borba. Seguimos até a Vila André na Rua do Riachuelo, fizemos o contorno da vila, passamos pelo Cemitério de Santo Amaro para gritar o “pula-Lula” e enfim, encerramos o passeio na Jaqueira com 64 km rodados.

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Pedal Clube

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Usina São Gonçalo e Povoado Samba – Alagoas

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Havia a previsão de fazermos um pedal de estradão no sábado, naquela região de Maragogi, Alagoas, entretanto, o pessoal começou a farrapar, por vários motivos, curtir o mar e o prometido churrasco, caminhar, leseirar. De todo modo, eu e minha queirda Bagaceira decidimos manter a programação e fizemos um passeio muito bonito, interessante e relativamente curto, de 30 km.

Foi curioso, pois eu não havia visto ou lido nada sobre essa rota, apenas vi no meu mapa Tracksource que havia um estradão que começava pertinho da praia de São Bento, onde a gente estava, seguia na direção da Usina São Gonçalo, passava pelo Povoado Samba e retornava para a rodovia na altura de Maragogi centro.

Então, assim fizemos, eu e Baga, logo cedinho saímos com as bicicletas, cruzamos a rodovia e começamos a seguir a rota. De início, estreita, entre casas humildes da beira da rodovia. Logo, a estrada fica mais larga e confortável, de barro, evidentemente, cercada de muita vegetação. Alguns poucos trechos de lama e barro molhado, mas nada que impedisse a passagem. Algumas subidas, mas sem dificuldade.

Chegamos a uma longa descida de onde se podia ver a Usina, poucos quilômetros à nossa frente. Não fomos até lá, pois pegamos à direita em direção ao povoado. Este trecho mistura vegetação natural e canaviais. O povoado é um agrupamento simples de casinhas e uma igrejinha. Em uma casa, perguntei a uma menina o nome da localidade, pois, às vezes, os mapas trazem nomes incorretos, mas ela confirmou que ali era o Samba.

Do Samba em diante, o estradão é cercado apenas de canavial e segue quase reto em direção ao mar. Havia um subidão, bem inclinado, mas largo, e subimos, naturalmente, enquanto descia um senhor à cavalo. Pouco depois da metade da subida, quando cruzamos com o cavaleiro, ele parou o cavalo para nos ver passar, admirado, e disse algo como “essa bicicletinha, hein”. Mais adiante, passamos por um cidadão que, aparentemente, recolhia capim ou outro tipo de vegetação, no meio de um campo. Demos bom dia e ele disse “olha, lá em cima, se tiver uma bicicleta vermelha encostada, vocês fazem assim” e fez o sinal do polegar para cima. Subimos essa ladeira, até suave, e lá em cima, na curva, vimos a bicicleta vermelha encostada na cerca. Fizemos o sinal de ok para o rapaz, que pareceu ficar satisfeito.

Apenas me pergunto se, por acaso, a bicicleta dele tivesse sido levada, de que adiantaria ele saber de antemão. Para ficar triste? Para sair correndo atrás, não adiantaria. Pergunto-me, também, por que ele não descia a bicicleta até um lugar em que pudesse vê-la, em vez de ficar assim preocupado.

Logo mais, passamos por um caminhão de pau de arara, o pessoal de cima do caminhão acenou para nós. Mais adiante, chegamos à rodovia, bem perto do centro de Maragogi. Seguimos por ela até a nossa praia de São Bento, e demos por encerrado o passeio.

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Usina São Gonçalo e Povoado Samba

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Usina São Gonçalo e Povoado Samba

Maragogi, Japaratinga, Porto de Pedras

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Um passeio de leve pela praia com pequeno grupo de ciclistas. Na quinta-feira, fomos de carro para Maragogi, Alagoas. Na chegada, ao montar a bicicleta de Águia, verificamos que a corrente estava enrolada, não sei como isso acontece. Abrimos a corrente para desenroscar, mas a reunificação dos elos não ficou muito adequada. No dia seguinte, sexta-feira, Bagaceira, Águia, Silvinha, Zeca, Edson, Lu e eu fizemos um passeio de 42 km, com saída da praia de São Bento, em Maragogi. Saímos cedo, pegamos a rodovia até Japaratinga, seguimos pelos paralelepípedos e, na primeira subidinha, a corrente de Águia se partiu. Fizemos um remendo e voltamos para o centro de Japaratinga, onde havia uma oficina de bicicletas. Águia comprou uma corrente que foi colocada no lugar. Entretanto, o serviço ou a adaptação da corrente não ficou completamente bom.

Seguimos mesmo assim, voltamos para a estrada de paralelepípedos até a praia do Boqueirão. A maré estava baixando e seguimos pela areia até a entrada do rio. Pegamos um barquinho para Porto de Pedras, circulamos pela cidade e seguimos pela rodovia até a entrada da praia do Patacho. Fomos até a praia e começamos a volta pela areia. Esse trecho foi bem difícil, areia pesada para pedalar, mas seguimos até Porto de Pedras. Atravessamos de barco, novamente e seguimos pela praia. Paramos no bar Bicas para tomar caldinho de polvo e cervejas geladas.

Depois do intervalo, seguimos até perto de São Bento pela praia, retornando ao ponto de partida. Daí, foi lavar as bicicletas e aproveitar uma feijoada que havia sido feita pelo prendado Águia.

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Maragogi, Japaratinga, Porto de Pedras

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Maragogi, Japaratinga, Porto de Pedras

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Maragogi, Japaratinga, Porto de Pedras

Justin Tallis (AFP) – foto

Muitas pessoas perguntam se vou ao trabalho de bicicleta nos dias de chuva também. Sim, vou, a chuva não é motivo para deixar de usar a bicicleta. Além de qualquer coisa, tem-se, aqui, nesta cidade, um clima excelente para as bicicletas, temos sol a maior parte do tempo. Quando chove, logo passa, na maioria das vezes. Pensando nisso e por acaso, vi no jornal El País uma foto de uma manifestação qualquer em Londres, três ou quatro pessoas seguravam cartazes no meio daquela ponte perto do Parlamento. A rua e a calçada completamente molhadas da chuva, apesar de ser verão, junho, o céu estava completamente encoberto, o verão inglês, uma moça passa em sua bicicleta, deveria estar indo ao trabalho, penso, capacete, óculos de grau, colete de segurança, daqueles de cor luminosa para chamar a atenção dos motoristas selvagens, uma cesta fechada, provavelmente impermeável, na frente do guidão, para levar os pertences, tênis, sem luvas, calças compridas, pneus cravejados. Do outro lado da rua, um rapaz de bermuda e mochila, em sua bicicleta, segue na direção contrária. Ciclistas, aqui e além, não deixam de ir ao trabalho de bicicleta apenas porque chove ou choveu. Uma última observação: em Londres, as bicicletas compartilham as faixas exclusivas de ônibus.

JUSTIN TALLIS (AFP)

Monjope, Aldeia, Paraíso, Mumbeca, Pau Ferro, Sítio dos Pintos

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Com o Maré Bikers – Águia, Bagaceira, Guilherme, Silvinha, Zeca Regulado, Suelan, Tasso, Fabi DR, João Carlos Pingu, Néa, Vivi, Lu, Edson, Sandra, Gena, Ruy Esponjinha da Mamãe e mais – saímos da Jaqueira e seguimos pela PE-15 para chegar ao Engenho Monjope. Fizemos breve parada na banca de frutas de Abreu e Lima e, logo depois, cruzamos a rodovia para adentrar a Estrada do Monjope. O engenho está abandonado e o vigilante não permitiu nossa entrada. O Engenho Monjope já esteve muito conservado quando era um camping na década de 70, uma lástima o estado atual.

Deixamos o engenho e subimos pelos paralelepípedos até alcançar o estradão de Santa Catarina, com muitos trechos de areia fofa. Alguns trechos com poças de lama e logo chegamos ao estradão da PE-18 para fazer só um trechinho e logo pegar a estradinha que sobe para a Mumbeca. Fizemos uma boa parada no Bar do Paraíso: banho de rio, bebidas e comidas.

De bucho cheio, terminamos a subida da Mumbeca, seguimos um pequeno trecho pelo asfalto e descemos para a Estrada do Orfanato. Seguimos por Pau Ferro e pelo Oitenta, até desembocar no Sítio dos Pintos.

Então, Dois Irmãos, Apipucos e Casa Forte, onde paramos no Bar das Asinhas. Depois da comemoração de chegada, o grupo dispersou, mas boa parte ainda foi continuar a reunião em outro bar da Estrada do Encanamento.

Excelente passeio de 74 km, muita lama, subidas e areia fofa.

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Maré – Monjope – Aldeia

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Maré – Monjope – Aldeia

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