A bandeira da Espanha

A bandeira da Espanha completou 175 anos em 2018 pois em 1843 a rainha Isabel II firmou um decreto real que impôs a bandeira para todos os exércitos. Contudo, essa mesma bandeira já havia sido aprovada anos antes em um concurso promovido pelo rei Carlos III em 1785. A bandeira apresenta três faixas horizontais, duas vermelhas e uma amarela, sendo que a amarela tem o dobro da altura de uma faixa vermelha. Na faixa amarela se situa o escudo nacional que se divide em quatro partes, representando Castilla (um castelo), León (um leão), Navarra (correntes) e Aragón (listras verticais), e embaixo uma romã, símbolo de Granada, reinos que deram origem à Espanha. Em cima, a coroa real e nas laterais as colunas de Hércules, representando o Estreito de Gibraltar. Ao centro, as armas da família Bourbon-Anjou.

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Romaria e peregrinação

Compostela.

Romaria: diz que é palavra nascida no século 13, derivada de Roma, pois esta era, e ainda é, o centro das peregrinações cristãs. Daí, o sentido da palavra se estendeu para qualquer peregrinação. Romaria: viagem ou peregrinação religiosa a um santuário ou a um local de veneração ou culto.

Peregrinação: jornada, em especial por terra, a ermidas, centros religiosos ou lugares de veneração. Diz que a palavra vem do século 14. A raiz “peregr” vem do latim e significa “em país estrangeiro” e “por país estrangeiro”. Daí se tem o sentido de aquele “que viaja ao estrangeiro”, “que corre terras viajando”. Peregrino, então, é aquele que viaja para lugares de devoção, romeiro, aquele que empreende longas jornadas. O coletivo de peregrino é romaria.

Curiosamente, existe para a palavra peregrino o significado de raro, especial, pouco visto ou conhecido, como no exemplo “flores peregrinas e formosas”.

Quatro dias de bicicleta, 305 km.

Quatro dias de bicicleta, 305 km. Viagem curta de bicicleta em Pernambuco, Brasil.

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O grupo de amigos e ciclistas foi formado por:

Paulo Mendes

Bagaceira Gonçalves

Alexandre Águia

Moysés Gnomo

Flávia Emery

Guilherme Pontes

Josivan

 

Recife – Bezerros: 111 km de asfalto.

Quinta-feira, 31 de maio de 2018.

Bezerros, cidade do Agreste de Pernambuco, conta com 60 mil habitantes, localizada a 470 metros de altitude. A povoação do lugar começou por volta de 1870, visto que ali se formou um ponto de comércio de gado. A cidade é cortada pelo rio Ipojuca, um dos mais poluídos de Pernambuco. O Ipojuca (“água da raiz podre”, em tupi) nasce em Arcoverde e tem um curso de 320 km.

Nosso grupo se reuniu às seis horas da manhã da quinta-feira no Parque da Jaqueira. Após um breve atraso de Moysés e Flávia, partimos em direção ao bairro da Torre, onde Guilherme se juntou a nós. Seguimos por Cidade Universitária e logo saímos da área urbana do Recife. Fizemos a primeira e breve parada no posto de gasolina de Santo Aleixo.

A segunda parada foi na Cabana de Taipa, em Bonança, onde alguns tomaram um segundo café da manhã. A terceira parada foi no posto de gasolina da entrada de Pombos. Então, subimos a famosa Serra das Russas, lentamente e com paciência, e após a ponte fizemos uma parada de descanso na sombra das árvores da estátua da santa. Depois de algum bate-papo, partimos para complementar a subida, passamos pelo túnel e descemos para Gravatá. Pouco antes da cidade, paramos para almoçar no rodízio do Chalé de Ouro.

Retomamos o pedal e comemos os últimos vinte quilômetros até a cidade de Bezerros, onde chegamos por volta das quatro horas da tarde, e nos hospedamos no Hotel Brisas da Serra.

Daí, conversas na beira da piscina, umas cervejas e tira-gostos, até ao anoitecer. À noite, jantamos no restaurante do hotel, e a maioria de nós deitou cedo. Eu e Baga, por exemplo, deitamos por volta de oito e meia da noite e dormimos até às seis e quinze do dia seguinte, quase dez horas de sono.

 

Bezerros – Sairé – Bezerros: 42 km mistos, terra e asfalto.

Sexta-feira, 1 de junho de 2018.

Sairé, cidade com 10 mil habitantes, localizada a 660 metros de altitude, começou a ser povoada quando se abriu uma estrada para ligar Bezerros a Bonito, por volta de 1890, e inicialmente se chamava Boca da Mata, depois São Miguel (1896) e Sairé (1943). O rio Sirinhaém (“prato de siri”, em tupi), que nasce em Camocim de São Félix e tem percurso de 158 km, passa perto da cidade, e diz-se que o nome Sairé é uma corruptela do nome do rio.

Camocim de São Félix, surgiu como pouso de tropeiros por volta de 1890, com o nome de Camocintuba, e em 1895 foi erguida uma capela dedicada a São Félix de Cantalice. O nome da cidade vem do tupi camucim, pote, vaso ou urna funerária. Diz-se que quando da construção das primeiras habitações, foram encontradas urnas funerárias dos indígenas que antes habitavam a localidade. Camucim está situada a uma altitude 723 metros, e conta com 18 mil habitantes. São Félix de Cantalice (1515-1587), foi um frade capuchinho italiano. É representado carregando um saco no qual recolhia esmolas na cidade de Roma.

Naquela sexta-feira, tomamos o café da manhã às seis e meia e antes das oito saímos para o pedal. Um curto trajeto de asfalto e entramos para a estrada de terra que sobe na direção de Sairé. A paisagem da região é muito bonita e de relevo difícil, um sobe e desce constante. Em Sairé, fizemos uma breve parada de descanso e reabastecimento. Continuamos nossa rota pelas terras do município de Camucim até aportarmos na Cia da Coalhada, que fica na margem da rodovia estadual PE-103. Depois de descanso e hidratação na Coalhada, seguimos pelo asfalto da rodovia até a BR-232, e logo chegamos ao hotel.

Comemoração pela boa pedalada na beira da piscina, jantar no hotel à noite, e dormir cedo para partir no dia seguinte.

 

Bezerros – Carpina: 95 km.

Sábado, 2 de junho de 2018.

Carpina, cidade da Zona da Mata de Pernambuco, com 80 mil habitantes, situada a 184 metros de altitude. Diz-se que o nome da cidade vem de um carpinteiro que morou na região. A localidade é povoada desde o final do século 19, e chamou-se Chão do Carpina e Floresta dos Leões.

Tomamos o café da manhã às seis e meia e pouco depois das sete e meia partimos para mais uma jornada. Entramos na cidade de Bezerros, seguindo na direção de Serra Negra. Nossa rota seguiu pela PE-97, uma rodovia que contorna a famosa Serra Negra, enfrentando o relevo mais ameno das faldas da serra. Paisagem belíssima nesse trajeto até a chegada em Limoeiro. Passamos por Ameixas e pegamos a PE-95, seguindo por Cumaru e Passira. Fizemos uma parada de descanso e hidratação no simpático Bar do Recanto, município de Cumaru, e outra breve parada em Passira. Cruzamos o ruio Capibaribe por uma passagem molhada e adentramos o centro de Limoeiro. Seguimos lentamente procurando um lugar para almoçar. Encontramos a agradabilíssima Choparia Paulista, que servia feijoada naquele sábado. Foi um almoço divertido, animado e delicioso, com cervejas e cachaças. Por acaso, quando paramos na Choparia, caiu o maior temporal, que durou o tempo do nosso almoço. Quando partimos de lá, as ruas estavam molhadas e com água empoçada, mas já não chovia. A rodovia PE-90, de Limoeiro a Carpina, é muito trafegada e seguimos lentamente e com muita atenção para evitar incidentes. Adentramos Carpina e logo nos hospedamos no Uno Hotel.

Na chegada ao hotel, verifiquei que meu pneu traseiro estava com um pequeno furo, o pneu vinha descalibrando no trajeto. Troquei a câmara, guardamos as bicicletas na garagem e depois alguns foram à piscina, outros cuidar de seus assuntos. À noitinha, nos reunimos na piscina, depois jantamos no restaurante Dona Benta, e encerramos cedo à noite, todos cansados e satisfeitos.

 

Carpina – Recife: 57 km.

Domingo, 3 de junho de 2018.

Recife tem um milhão e seiscentos mil habitantes e está situada ao nível do mar.

Tomamos nosso café às seis e meia e, sem pressa, nos preparamos para sair pouco depois das oito da manhã. Seguimos pela BR-408 até a localidade de Tiúma, onde pegamos a PE-5, passando por São Lourenço da Mata e Camaragibe. Por fim, seguimos pelos bairros de Dois Irmãos, Apipucos e Casa Forte, onde paramos no Real Botequim para as libações, cumprimentos e adeuses finais.

Excelente passeio na companhia de amigos queridos.

Santo Aleixo, Jaboatão Velho, Vila Rica, Muribeca: 68 km

Sem título

Excelente passeio de sábado, 26 de maio, com 68 km, 695 metros de ascensão, maior inclinação de 6%, velocidade média de 17 km/h.

Saímos da Praça Fleming às sete horas da manhã, seguimos pela paralela da Caxangá, Cidade Universitária, BR-232, Estação Curado do metrô, TIP, Curado, Santo Aleixo, parada no posto de gasolina. Depois, Estrada da Luz, Jaboatão Velho, Vila Rica, Estrada da Integração, Pedra da Baleia, Muribeca e paramos para fotografias nas duas igrejas, a Nossa Senhora do Rosário e a do Rosário dos Homens Pretos, esta em ruínas. Depois seguimos pela estrada de terra, até a BR-101, com parada de abastecimento no posto Pichilau, e na entrada do posto pneu furado de Bagaceira. Trocada a câmara, seguimos direto pela Mascarenhas de Morais, Estrada dos Remédios, e o grupo foi se dispersando.

Os remanescentes foram comemorar no Cantinho da Bel, na Torre.

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Rodrigo Díaz de Vivar, El Cid Campeador

Rodrigo Díaz de Vivar, El Cid Campeador, foi um cavaleiro que viveu entre 1048 e 1099. Apesar de ser considerado um herói nacional e especificamente em Castilla, foi na verdade um mercenário que colocava seus serviços e de seu exército a diferentes patrões, tanto cristãos quanto muçulmanos.

Na antonomásia, o Cid significa “senhor” em árabe, e o Campeador significa “especialista em batalhas campais”. Conquistou Valência aos mouros e reinou lá durante algum tempo. A lenda diz que ele morreu em combate contra os mouros. Estes, ao saberem de sua morte, animaram-se e recrudesceram seus ataques à Valência. Jimena, a esposa do Cid, colocou então o corpo dele sobre o cavalo com espada e lança e enviou-o para o campo de batalha. Os mouros fugiram e El Cid venceu uma batalha depois de morto. Ainda diz a lenda que seu corpo com armadura ficou exposto durante anos, sentado, em uma igreja.

Séculos depois, seus restos mortais, juntamente com os de Jimena, foram depositados no cruzeiro da Catedral de Burgos.

El centro de Madrid

Encontrei em El Mundo.

Sólo residentes y vehículos autorizados podrán entrar en el centro de Madrid a partir de noviembre. A partir de noviembre, por el centro de la capital sólo podrán circular a los vehículos de los residentes e invitados, los automóviles de servicio y transporte público, los coches cero emisiones y los de personas con movilidad reducida. Tras una fase de prueba, en febrero empezarán a multar a quienes no cumplan las normas. El control de accesos se realiza con las cámaras que están situadas en sus vías de acceso, mediante la captura de una imagen de la matrícula de la parte posterior del vehículo. El número de la matrícula captada es contrastado con la base de datos de matrículas autorizadas.

Tão bom isso, porque essas coisas contaminam, espalham-se pelo mundo. A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, 59 anos, nascida em 19 de junho de 1959, já prometera algo semelhante.

Outra boa notícia é que muitas cidades e países da Europa estão proibindo a circulação de veículos movidos a diesel. Muito bom. De fato, qualquer automóvel é uma incoerência: uma tonelada de metal para transportar apenas um gordo de cem quilos (ou um magro). É isso que lota as ruas.

El Camino de Santiago

História do Camino de Santiago.

Tiago, filho de Zebedeu, foi um dos doze apóstolos. Irmão do apóstolo João, foi condenado à morte e decapitado por volta do ano 44 por ordem de Herodes Agripa, Rei da Judeia. É o patrono da Espanha.

Lendas medievais contam que após a morte de Jesus, Tiago cruzou o Mediterrâneo para pregar nas terras de Hispania, em especial na atual Galícia. Depois de algum tempo, Tiago voltou a Jerusalém onde foi martirizado.

Conta-se que discípulos de Tiago levaram o corpo de volta para a Galícia, tendo ancorado em um lugar onde até hoje existe uma grande pedra, o que deu origem ao nome da cidade galega de Padrón.

As lendas descrevem ainda inúmeras peripécias até que uma certa rainha permitiu que o corpo do apóstolo fosse sepultado em terras galegas.

Muito tempo depois, lá pelo ano 813, alguém viu luzes fortes de estrelas naquela região, e relatou o fato ao bispo Teodomiro. As tais luzes poderiam ter originado o nome atual do lugar, campo de estrelas, Compostela. O bispo foi até o local e identificou um túmulo com os restos do apóstolo. O rei de Galícia e Astúrias ordenou edificar um templo em honra do apóstolo e daí em diante a notícia se espalhou e começaram as peregrinações.

No século 20, o caminho estava um pouco esquecido. Em 1987, por exemplo, apenas 2.900 pessoas fizeram a peregrinação. Esse número foi crescendo ano a ano e em 2017 foram mais de 300 mil peregrinos, dos quais 21 mil em bicicleta.

Paudalho – 91 km

Passeio Recife – Paudalho – Recife, 91 km, só asfalto, 14 de abril de 2018.

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Dia bonito, sol e nuvens, nada de chuva. Na Praça Fleming, cinco ciclistas dispostos, Paulo, Carol, Berna, Adriano e Guilherme. Partiram às sete, seguiram por Dois Irmãos e Sítio dos Pintos, Vila da Fábrica, Camaragibe, São Lourenço da Mata. A primeira parada foi em um posto de gasolina modesto, sem loja, em São Lourenço, com vinte km de pedal. Passaram pela cidade e entraram, enfim, na zona rural, a estrada razoável, com trânsito de veículos, mas relativamente segura. Nesse trecho, a bicicleta de Adriano, uma bicicleta de estrada, teve um raio quebrado. Bicicletas de estrada não gostam do asfalto de Pernambuco, irregular, esburacado. Adriano disse que iria chamar um táxi e eles seguiram. Com cerca de trinta km, parada em um posto de gasolina da BR-408, loja de conveniência e lanche leve.

Logo chegaram a Paudalho, aos quarenta e poucos km, e entraram na cidade. Parada para ver e fotografar a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, e a pracinha com coreto. Cruzaram o Rio Capibaribe e foram conhecer a antiga Estação Ferroviária, uma edificação que está restaurada, mas aparentemente sem uso. Não há trens de passageiros no Brasil, os trens foram desativados, uma prova cabal da burrice e do subdesenvolvimento dos país e de seus governantes. Muitas fotos na Estação e no entorno, ruínas dos galpões da estação, e a Igreja de Santa Teresa de Ávila, de 1711. Aquele é um conjunto arquitetônico e urbanístico excepcional, mas não parece haver interesse governamental em valorizá-lo. Passaram por uma ponte que parecia fazer parte dos equipamentos ferroviários, pois a estrutura de proteção é toda em ferro, mas não havia certez a disso. A ponte é bloqueada para carros e serve apenas aos pedestres e motocicletas. Uma bela e antiga ponte sobre o Rio Capibaribe, mas sem conservação nenhuma. O rio é ali um fiozinho de água, em um leito amplo recoberto de vegetação. Passaram a ponte e desceram do outro lado para ver o túnel antigo, em tijolos, que cruza a ponte por baixo. Seguiram pela margem do rio, que é agradável, com calçadão e bancos, mas que deveria ter melhor manutenção. Passaram também pela Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, bonita, estava aberta, entretanto com muito tráfego e aglomeração de automóveis em volta.

Iniciaram, então o retorno para Recife, seguindo pela BR-408 até o posto de gasolina da Arena. Carol decidiu pedir um táxi ali, estava cansada. Continuaram os três restantes, passaram a estação do metr&o circ; Cosme e Damião, subiram a UR-7, seguiram por Dois Irmãos, Casa Forte e Santana, e encerraram o passeio no Bar do Moraes, com algumas cervejas e almoço. Foram bons 91 km pedalados sem problemas.

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Lido del Sole – Peschici – 23 km

Lido del Sole – Peschici e dia de descanso.

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O erro de ter seguido pela areia fofa não nos permitiu chegar a Rodi Garganico e dormimos em Lido del Sole. Partimos dessa vilazinha com chuvisco mas logo fez sol forte. Era sábado e o tráfego na estrada estava intenso. Em pouco tempo, chegamos à Rodi Garganico, que fica em uma colina. Muitos automóveis e rua estreita, entramos na cidadezinha mas não conseguimos visitar muitas ruas pois a cidade tem muitas escadarias. As bicicletas carregadas com os alforjes não permitiam, pensamos deixá-las no escritório de turismo mas estava fechado. Seguimos. A estrada é estreita e havia tráfego, e foi mais difícil na parte em que começamos a subir. Em especial, Eliane ficava muito preocupada com os veículos. No topo das elevações, avistamos Peschici que é muito bonita e situada em um promontório. Fizemos uma parada, deixamos as bicicletas encostadas na barreira de pedras do nosso lado da rodovia, atravessamos para a margem do precipício e admiramos a paisagem. Iniciamos a descida e com cuidado chegamos à beira-mar da cidade. Havíamos pedalado 23 km e achei melhor não forçar e parar. Faltavam ainda 28 km para Vieste, que era nosso objetivo, mas o tráfego intenso nos assustava. Achei melhor ficar por ali. São decisões difíceis que, como se sabe, devem ser tomadas em qualquer viagem de bicicleta. Eu decidi parar em Peschici e fazer mais um dia de descanso, o dia seguinte, visto que o domingo também seria normalmente de tráfego intenso. Entretanto, sabia que essa parada estratégica faria com que, na segunda-feira, a gente pedalasse com chuva, visto que era essa a previsão. De todo modo, encontramos um bom quarto com vista para a baía no Hotel Elisa. Um bom hotel, bem localizado, bom café da manhã, ainda havia cadeiras e guarda-s ol na praia para nós, incluído no valor da diária. Então, neste dia da chegada, fomos à praia durante a tarde e, à noite, subimos as ladeiras para o centro histórico, a cidade é bela, muitas lojinhas de lembranças, artesanato, comidas e vinhos, e muitos restaurantes. No dia seguinte, domingo, fizemos nosso dia de descanso ali mesmo, fomos à praia e passeamos pelo centro histórico.