Pedal Clube 47 km

Despedida de Odilon, durante quatro meses o presidente estará ausente dos passeios porque vai fazer uma pequena cirurgia no ombro. Pedalamos 47 km. O pneu de Hodson furou em Brasília Teimosa e paramos no Caldinho do Mago para fazer a troca da câmara de ar. Caldinhos e Heinekens. Passamos no Marco Zero, fomos até a Praça do Jacaré, Olinda e voltamos para a Jaqueira. Na banca de frutas de Givanildo, duas ampolas: Ypioca 160 anos e Serra Preta. Para encerrar, fomos ao caldinho do Rosarinho.

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Pedal Clube de Pernambuco, domingo 31/7, 54 km

Passeio de domingo do Pedal Clube de Pernambuco, com 15 ciclistas guiados por Odilon. Parada de reabastecimento em loja de conveniência de Rio Doce, Olinda, com Heinekens. Final feliz na barraca de frutas de Givanildo, na Jaqueira, com Cachaça Guaraciaba, de Minas Gerais. Os remanescentes ainda passaram no Bar do Toinho e no Bar Garagem. Por fim, Paulo, Bagaceira, Leo e Grotesco escoltaram Zé Elísio até a casa dele.

Igreja do Monte e Morro do Peludo, Olinda

Sem título

Passeio do Pedal Clube de Pernambuco no domingo, 26. Guiados pelo infindável Presidente Odilon, saímos da Jaqueira às sete, seguimos por Torre e Caxangá, BR-101, Casa Amarela e Alto do Mandu, Campo Grande e, então, direto para Olinda. O Presidente tinha em vista dois pequenos morros. Entramos no Sítio Histórico pelo Carmo e fizemos uma breve parada no João do Coco, ali na Praça da Preguiça. Na rua de paralelepípedos, passavam corredores que participavam de uma corrida na cidade alta. Entre eles, o irmão de Marcos Pedro, que se chama Marcelino Pedro. Dessa forma, descobrimos que os doze irmãos de Marcos Pedro têm Pedro como segundo nome, João Pedro, José Pedro, Pedro Pedro e assim por diante.

Seguimos pela Prudente de Morais e Amparo, lugares muito frequentados pelo Presidente Odilon na infância, quando jogava bola de gude com Maurício de Nassau, Duarte Coelho, Mem de Sá, Filipe Camarão e Matias de Albuquerque.

Subimos para a Igreja de Nossa Senhora do Monte, a missa estava terminando, a lojinha abriu e o Presidente aproveitou para comprar uma garrafinha de licor de morango. Descemos do Monte por uma via que foi asfaltada e desemboca na Estrada dos Bultrins. Entramos no bairro de Ouro Preto, cujo traçado foi desenhado por Odilon juntamente com Duarte Coelho, e subimos para o Morro do Peludo. Antigamente, no tempo de Odilon, aquilo era um terreno abandonado. Hoje, lá em cima, há uma capelinha e estava acontecendo uma missa campal.

Descemos o Morro e fizemos a rota por trás do quartel do 7º Regimento Olinda, desembocando na Vila da Cohab. Seguimos pelo Complexo de Salgadinho até o centro do Recife, e fizemos uma parada celebratória e de abastecimento em uma loja da Manoel Borba. Seguimos até a Vila André na Rua do Riachuelo, fizemos o contorno da vila, passamos pelo Cemitério de Santo Amaro para gritar o “pula-Lula” e enfim, encerramos o passeio na Jaqueira com 64 km rodados.

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Pedal Clube de domingo

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Domingo 29, um belo e divertido passeio do Pedal Clube. Guiados por Odilon, um pequeno grupo desafiou a preguiça do dia nublado. Odilon conseguiu desviar de todas as nuvens de chuva e fez um passeio de 53 km bastante diversificado. Saímos da Jaqueira, Odilon, Paulo, Katelma, Feijó, Monsieur Le Pingucê, Ed e Adriana.

De primeiro, Odilon fez um rói-rói para buscar Lunga-Ruy, depois outro rói-rói para desviar de uns engarrafamentos por conta de concurso que ocorria em diversos colégios, inclusive passando pela famosa Rua do Padre Inglês. Seguimos para Olinda, com uma parada para água de coco e salada de frutas no Quartel de Bairro Novo.

Depois entramos para uma grande volta em Rio Doce, até que deu uma sede danada em Odilon, mas ele só queria água amarela de cevada e lúpulo. Então fizemos uma parada em um posto de gasolina de Rio Doce, no qual o presidente pode matar a sua sede, com a ajuda de alguns ciclistas, boa conversa e o atendimento de Ana Paula.

Seguimos e pensamos entrar no Fragoso, mas o mestre preferiu Olinda e subir a Sé. Passamos perto da rua onde Odilon morou há muitos anos, no Sítio Histórico. Ele contou que na época, onde hoje é a Igreja de São Pedro, era um campinho de futebol, onde Odilon jogava bola. O time dele contra o time de Maurício (de Nassau).

Subimos a Sé e a sede de Odilon voltou, donde paramos na Tapioca da Vovó. Novos goles de água amarela com tapioca e conversa divertida.

Descemos a Sé e Odilon nos levou por Campo Grande. Logo, o presidente pediu autorização de todos para não encerrar o pedal no Parque da Jaqueira, e sim no posto de gasolina do Rosarinho. Abatidos pela enorme sede, degustamos mais algumas long neck de água de lúpulo. Odilon disse que foi um passeio como os de antigamente!

Despediram-se todos, mas Ruy Lunga inventou de comer o chambaril do Tonhão. Chamamos Bagaceira, Fauzia, Águia e Silvinha do Maré – e dessa forma, o passeio terminou lá pelas 18h, quando deixamos o recinto Tonhesco.