Jaboatão: Muribeca, Vila Rica, Santo Aleixo, 68 km

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Passeio misto de sábado, 17 de março de 2018. Asfalto até a entrada das estradas de terra na zona rural de Jaboatão e asfalto na volta.

Participantes: Paulo, Renilson, Edson, Ricardo, Nildo, Ruy, Pedro, Rodolfo.

Saímos da Praça Fleming às 7 horas, seguimos na direção do bairro de San Martín, esperamos Ruy na frente do Hospital Getúlio Vargas por alguns minutos. Seguimos por San Martín, Avenida Recife, Ibura, Jordão, Estrada da Batalha, que estava com mais trânsito do que o habitual, Prazeres e entramos na rodovia BR-101. Parada de reabastecimento e lanches no Posto Dislub.

Partimos do posto pela rodovia e logo adiante entramos nas estradas de terra da zona rural do município de Jaboatão. Aí começa a parte mais divertida da aventura, pois vamos cruzar por terra a distância entre as rodovias BR-101 e BR-232. As estradas estavam com algumas poças grandes de água e lama, um pouco de barro molhado, mas não intransitáveis. No geral, paisagens bonitas com muitos engenhos de cana de açúcar, capelas, restos de matas e canaviais.

O primeiro trecho de terra foi até a entrada da vila de Muribeca, onde paramos para admirar as ruínas da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Seguimos por dentro do pequeno bairro da Muribeca e logo pegamos uma estradinha de terra que se torna um single track, acompanhando o trajeto de um riacho que é afluente do Rio Jaboatão. Muito legal esse single, com alguma dificuldade, pedras, raízes, um pouco de subidas, vale a pena fazer e conhecer.

Desembocamos do single em estrada de terra dos canaviais, todo o caminho nessa região tem inúmeras bifurcações e encruzilhadas. Passamos pelo Engenho Penanduba, e mais adiante o Engenho Palmeiras, que tem inclusive as ruínas de um aqueduto. Cruzamos a estrada do Engenho Macujé e continuamos até alcançar o Rio Jaboatão, que acompanhamos por um trecho.

Passamos pelas terras do Engenho Macujé e pelo fogo morto da Usina Bulhões, desembocando enfim no asfalto da PE-07. O posto de gasolina ali é uma bosta, nem tem loja de conveniência. Fomos até um pequeno restaurante próximo do posto e nos abastecemos de água e refrigerantes.

Seguimos por trás do posto e cruzamos o Rio Jaboatão pela passarela de pedestres, evitando assim o complicado centro de Jaboatão Velho. Desembocamos em Santo Aleixo e logo na BR-232. Daí em diante, o retorno normal e sem incidentes.

Paramos no Mercado do Cordeiro para comer e beber, comemorar mais um belo passeio de 68 km, comemos fava com charque, bode e fígado.

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