Pequena cicloviagem de três dias – 200 km

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Cicloviagem de três dias pela Zona da Mata de Pernambuco. Aproveitando o feriado de 21 de abril, reunimos um pequeno grupo de amigos ciclistas e fizemos uma viagem de bicicleta. Participaram do passeio: Paulo, Baga, Águia, Silvinha, Zeca, Carol, Berna, Edson e Guilherme.

21 de abril, sexta-feira. Recife – Queira Deus – Tapacurá – Itapema – Chã de Alegria – Vitória – Pombos. 90 km.

Nos encontramos no Parque da Jaqueira às seis da manhã e partimos. Na Torre, Carol e Guilherme se juntaram ao grupo. Seguimos por Torre, paralela da Caxangá, entramos para a Oficina Brennand, mas subimos pelo asfalto até a Estação Cosme e Damião. Primeira parada no posto de gasolina da Arena. Seguimos pela 408 e entramos na estrada de terra para a Barragem Queira Deus.

Logo após o Engenho Queira Deus, a Usina São José, que se acha a dona do mundo, fechou a estrada de acesso à barragem. Nós seguimos descobrindo um outro acesso que dá exatamente no sangradouro da barragem, descemos por ali, atravessamos o sangradouro que estava seco e subimos do outro lado. Seguimos a estrada normal a partir da barragem, mas já nos haviam informado que a Usina havia, também, colocado uma porteira na estrada da matinha. Subimos essa estrada bela e sombreada e passamos a porteira pela lateral, havia uma passagem.

Descemos na rodovia de Matriz da Luz, seguimos dois km e entramos na estrada de terra que dá acesso à Represa de Tapacurá. Perto da represa, como eu não conhecia a estrada seguinte, decidimos subir um ladeirão para tomar água e refrigerantes em um bar que eu conhecia, pois já havia estado lá com Baga. Depois de refrescar, descemos o morro e seguimos a estrada para Chã de Alegria. Logo chegamos ao distrito de Itapema, que eu não conhecia, e nos abastecemos de água, e tomamos muitos picolés.

Chegamos em subida à Chã de Alegria e Águia tomou informação sobre lugar para almoçar. Seguimos para self-service de Dona Neni e comemos o prato feito no valor de 12 reais. Depois de almoçar e descansar um pouco, retomamos a estrada. Logo após a saída de Dona Neni, tive cãibras, algo que não acontecia há muito tempo. Subi a altura do selim, caminhei um pouco empurrando a bicicleta, voltei a montar e seguimos por estrada de terra. Tive cãibras de novo, na outra coxa, caminhei um pouco, tomei um energético preparado por Guilherme e seguimos. A estrada de terra juntou-se a uma estrada asfaltada e pouco movimentada, muito boa para os ciclistas. Essa estrada constava no meu mapa Garmin como de terra. Entramos nos subúrbios de Vitória de Santo Antão e abastecemos em uma vendinha. Alcançamos a antiga 232, por dentro de Vitória e passamos na fábrica da Pitu, onde paramos para fotos. Pombos já estava bem perto, mas ainda fizemos uma última parada em um posto de gasolina.

Entramos em Pombos e seguimos para a Pousada Pé de Serra, que fica na zona rural, mas perto da cidade. Fomos muito bem recebidos por Dora e Napoleão, os proprietários. Dividimos os quartos, Zeca e Silvinha ainda tomaram banho de piscina, tomamos banho, até que Dora nos serviu o jantar. Depois disso, ficamos um bom tempo conversando na beira da piscina, vendo as folhinhas da mangueira nascerem e crescerem junto com Guilherme, que via, também, estrelas nunca dantes identificadas.

22 de abril, sábado. Pombos – Apoti – Glória do Goitá – Lagoa de Itaenga – Carpina. 56 km.

O café da manhã foi servido por Dora e Napoleão por volta das sete e meia da manhã. Depois do café e preparativos, partimos. Voltamos ao centro de Pombos para abastecer de água e bananas e seguimos para as estradas de terra. Decidi fazer um percurso mais direto para Apoti, pois já havia feito antes uma rota mais longa com Baga. Entretanto, essa rota mais direta, que economiza alguns km, apresenta logo de cara uma subida imensa. Depois de terminar a infeliz, a rota se torna bem mais moderada, e com paisagens muito bonitas, e muitas plantações de abacaxi.

Chegamos a Apoti, onde abastecemos de água, refrigerantes, lanchinhos e seguimos por uma estrada de relevo mais suave em direção à Glória do Goitá. Em uma subida dessa estrada, a corrente da bici de Carol quebrou. Trocamos o elo quebrado por um power link e seguimos. Entramos em Glória do Goitá e logo Águia tomou informação sobre o melhor self-service da cidade, e seguimos para lá. Prato feito a onze reais e três cervejas para esfriar o quengo.

Saímos de Glória pela estrada de terra que faz a ligação com Lagoa de Itaenga. No centro da cidade, tomamos muita água de coco. Na retomada do passeio, pneu furado de Zeca, e trocamos a câmara. Saímos de Lagoa do Itaenga por estrada de terra com bela paisagem em direção à Carpina. Já se via a cidade de Carpina estendida ao longe, a nossa frente. mas a estrada faz uma descida, um meandro, deixamos de ver Carpina, mas fomos nos aproximando. Entramos no subúrbio de Carpina, paralelepípedos, logo asfalto e chegamos à rodovia que corta a cidade, e seguimos para o Hotel Uno.

Depois de instalados, alguns ainda pudemos curtir a piscina do Uno. Mais tarde, saímos juntos para jantar no excelente self-service Dona Benta.

23 de abril, domingo. Carpina – Recife. 56km.

O dia da volta foi o mais leve, exatamente para compensar o cansaço acumulado. Depois do café da manhã, partimos para Recife, tudo por asfalto. Seguimos pelo acostamento da BR-408, passamos as ladeiras de Paudalho e fizemos a parada de sempre na Acerolândia. Logo após, saímos da 408 para a estrada de Tiúma, São Lourenço e Camaragibe. Fizemos algumas paradas de reabastecimento em postos de gasolina. Seguimos por Dois Irmãos, Encanamento, Parnamirim e fomos terminar e comemorar o passeio no bar da Estrada Velha de Água Fria, perto da casa de Berna.

Ao final, duzentos quilômetros pedalados em excelente companhia. Foram tiradas centenas de fotos, com destaque para a visão especial de Berna. Aqui, coloco algumas das que fiz.

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2 thoughts on “Pequena cicloviagem de três dias – 200 km

  1. O desenho do trajeto no mapa mais parece os sapatos de salto alto que eu desenhava quando criança =P
    Barragem Queira Deus (que chova).
    Trouxe nem um picolé pra mim. hunfpt
    Coma mais banana e menos câimbras. hahahaha
    Tem que atualizar esse tal de (per)Gamin aí.
    Na Fábrica da Pitu só pararam para fotos?
    Esse Guilherme vendo estrelas com certeza visitou a Fábrica.
    Olha aí, no outro dia comprou bananas. uheuheuheuehue
    Eita, nunca vi uma plantação de abacaxi. Que legal. Dispenso a subida.
    Só tinha esse hotel em Carpina? Ou ele não era realmente Uno?
    A rua do catucar era perto da rua bolinar?
    Tem foto dos abacaxis?

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