Pesqueira – Barragem Pão de Açúcar – Cimbres – Ipanema – 70 km

Excelente aventura na sexta-feira, 14 de abril. Depois de muito vai e vém, muito rói-rói para organizar tudo, nosso grupo de amigos ciclistas veio a realizar esse passeio de 70 km em Pesqueira, Pernambuco. Participaram do passeio Alexandre Águia, Ruy Lunga, Moysés, Guilherme, Renilson, Edson, Irani, Paulo, Rossana e Bagaceira.

Na quinta-feira de tarde, partimos de Recife, de carro, para Pesqueira, onde ficamos no Hotel Estação Cruzeiro. Aqueles que chegaram mais cedo, já estavam no Bar do Gaúcho esquentando os motores. Os que chegaram depois, jantaram no hotel, primeiramente, e depois se dirigiram ao referido Gaúcho. Depois de muita conversa, piadas e causos, enfim nos retiramos para dormir.

Na sexta-feira, iniciamos o café da manhã às seis e meia e nos preparamos para partir por volta de oito. Durante o percurso, a gente ia ter o apoio do grande Quiri, que conduzia o carro de Moysés, com água, gelo e refigerantes. Todos reunidos para fotos junto à antiga estação de trem de Pesqueira e iniciamos o pedal. Por sorte, tivemos um dia nublado, sem sol e sem chuva, apenas um pouco de lebrina. Vez em quando lebrinava, e vinha aquela cerração sobre as montanhas ao redor.

Os quilômetros iniciais foram em paralelepípedo, depois asfalto, e em subida. Edson achou, de início, que estávamos indo em ritmo forte, mas procuramos nunca nos afastar dos últimos. O compromisso do grupo é ir todo mundo junto.

Entramos na estrada de terra que leva até a Barragem Pão de Açúcar. Essa estrada acompanha o leito do Rio Ipojuca que estava completamente seco. De vez em quando, uma parada de reabastecimento com o amigo Quiri.

Chegamos na barragem e há um subida curta e muito íngreme para chegar ao topo. A barragem estava sem nenhuma água, o Ipojuca era um fiapo, ou pequenas lagoas esparsas. Depois de admirar a vastidão seca, seguimos pelo outro lado, uma estrada de terra que contorna o que seria o lago da barragem. À nossa esquerda, o maciço montanhoso que nos separava de Pesqueira e que estávamos contornando. Nesse trecho, um pneu furado de Edson, e na bicicleta nova dele. Consertamos e seguimos.

Entramos no trecho de estrada que se afasta da barragem e que começa a adentrar no sentido de Cimbres. Esse trecho estava com um pouco de lama, por sorte quase totalmente seca.

Chegamos então àquela que denominamos a mãe de todas as ladeiras. Brincadeira, pois essa ladeira não é tão difícil assim. Iniciamos a subida para atingir o topo do maciço, em Cimbres. Na subida, Águia que não parava de falar, fechou o bico, não se sabe o motivo. Falta de ar, parece.

Quando a ladeira aliviou, mas não havia ainda terminado, Águia providenciou uns sanduíches de queijo coalho assado que ele havia preparado no hotel. Uma delícia no meio da ladeira-mãe. Continuamos e no topo, plano, apareceu um trecho de areia fofa. Moysés aproveitou para experimentar a areia, verificar se era mesmo fofa o suficiente.

Entramos em Cimbres, fotografamos junto à igreja de Nossa Senhora das Montanhas e iniciamos a descida da serra. Há a descida mais fácil, por asfalto, e há a mais difícil, por uma estrada barrancosa. Escolhemos a mais difícil. Não sei de quem foi essa ideia.

De fato, a gente não desceu as ladeiras, a gente despencou lá de cima. Até mesmo, antes de iniciar a descida, algum morador local nos veio informar que o carro não desceria por ali. Acontece que o morador não conhecia a astúcia e habilidade de Quiri. Nós dissemos que Quiri conseguiria descer e fomos.

As ladeiras de descida se emendavam com pequenos trechos planos. Eram ladeiras, como se pode ver nas fotos, cheias de pedras, buracos e rieiras. Ladeiras verticais que exigiam bastante perícia para descer. Descida técnica, algo com que Ruy não concorda e, afinal, ele usou sua própria técnica para descer.

A cada trecho descido, a gente parava para agrupar e para ver se Quiri havia conseguido passar.

Completamos toda a descida e chegamos ao trecho plano que conduz a Ipanema. Fotos na frente da igrejinha, reabastecimento e seguimos a estrada plana que conduz até Pesqueira. Ainda uns doze quilômetros de estrada de terra quase paralela à BR-232 e acompanhando a antiga linha do trem.

Por fim, com setenta quilômetros pedalados, às três da tarde, chegamos ao hotel. Almoço, cervejas e banho e descanso.

À noite, ainda nos reunimos para comer e conversar. No sábado, retornamos para Recife. Um maravilhoso passeio de bicicleta com excelentes ciclistas e amigos.

Sem título

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